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- Seguros de pessoas crescem 9,1% nos cinco primeiros meses de 2026
Um relatório inédito elaborado pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi) aponta que os prêmios em seguros de pessoas totalizaram R$ 34,4 bilhões entre janeiro e maio deste ano, uma alta de 9,1% na comparação com o mesmo período de 2025. Baseados em informações da Superintendência de Seguros Privados, os dados mostram que 48% desse total foram destinados ao seguro de vida (modalidades individual e coletiva), 30% no prestamista (proteção financeira ligada a empréstimos e financiamentos) e 11% em acidentes pessoais. As maiores altas foram registradas nos prêmios do seguro de doenças graves (19,4%), educacional (18,0%) e prestamista (16,2%). Já as indenizações (sinistros) pagas totalizaram R$ 7,3 bilhões, um crescimento de 6% sobre o mesmo período de 2025. Deste total, 52% do total foram em seguros de vida (nas modalidades individual e coletiva), 22% no prestamista e 11% em acidentes pessoais. Os produtos que apresentaram as maiores elevações no período de análise foram o seguro contra doenças graves (24,4%) e o de vida individual (20,6%). FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/seguros-de-pessoas-crescem-91-nos-cinco-primeiros-meses-de-2026/?_gl=1*1knng3r*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3ODY2MTgxNTIkbzIkZzEkdDE3ODY2MTgyMTMkajYwJGwwJGgw
- Adesivo eleitoral pode levar à perda da cobertura de seguro
Motoristas que pretendem adesivar veículos com propaganda eleitoral ou utilizá-los em atividades de campanha nas eleições 2026 devem informar previamente a seguradora para evitar problemas em caso de sinistro. O alerta é da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). Segundo a vice-presidente da Comissão de Seguro Auto da entidade, Keila Farias, a adesivação com material eleitoral e o uso do automóvel em atividades de campanha podem ser considerados pelas seguradoras como aumento de risco, devido à maior exposição a acidentes, vandalismo e circulação em eventos públicos. Recusa A FenSeg acrescenta que mudanças no perfil de uso do veículo sem atualização da apólice podem resultar em recusa de indenização por roubo, furto ou colisão. As seguradoras argumentam que a utilização do carro para transporte de material de campanha, deslocamento de equipes ou atividades de apoio altera as condições avaliadas quando o contrato foi firmado. A entidade também destaca que danos a adesivos, plotagens e envelopamentos geralmente não estão cobertos pelos seguros convencionais. Além disso, prejuízos decorrentes de tumultos, motins e atos de vandalismo costumam estar entre as exclusões previstas nos contratos. Como evitar a perda da cobertura Informar a seguradora antes de adesivar o veículo Comunicar qualquer mudança na utilização do carro durante a campanha eleitoral Consultar o corretor de seguros antes de prestar serviços a candidatos ou partidos Solicitar um endosso para registrar formalmente a alteração na apólice, quando necessário Verificar se o envelopamento exige atualização do registro do veículo junto ao Detran Conferir quais danos e situações estão excluídos da cobertura contratada FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/adesivo-eleitoral-pode-levar-a-perda-da-cobertura-de-seguro/?_gl=1*9jffu4*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3ODY0MzkyMzckbzEkZzEkdDE3ODY0MzkyNDUkajUyJGwwJGgw
- Sem contratar a cobertura ideal, taxista no RJ fica sem indenização após perda total do carro
Um temporal acompanhado de fortes ventos atingiu o Rio de Janeiro e deixou um rastro de destruição, mortes e prejuízos materiais. Entre as vítimas está o taxista Bruno, que teve o carro atingido por uma árvore enquanto trafegava pelo centro da capital fluminense. Apesar de escapar ileso, ele descobriu, após o acidente, que o seguro contratado não previa cobertura para aquele tipo de ocorrência e, por isso, não receberá indenização pela perda total do veículo. O caso foi mostrado em reportagem exibida pelo SBT Brasil no dia 01 de Agosto e acendeu um alerta para a importância de conhecer as coberturas previstas na apólice antes da contratação. “Eu descobri que nem pagando franquia, nem nada, simplesmente não cobre. E o meu carro deu perda total. Seria um seguro com o dobro do preço”, relatou o taxista à emissora. A situação evidencia um desafio recorrente no mercado de seguros: muitos consumidores acreditam estar totalmente protegidos, mas só descobrem as limitações da apólice quando precisam acionar o seguro. Por isso, especialistas reforçam a importância de analisar as coberturas contratadas e contar com a orientação do corretor de seguros para identificar os riscos mais relevantes de cada cliente. Segundo dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), apresentados na reportagem, os prejuízos provocados por desastres climáticos no Brasil somaram R$ 184 bilhões entre 2022 e 2023. Desse total, menos de 10% foi indenizado pelo mercado segurador, o que demonstra que boa parte das perdas ocorreu sem cobertura securitária. O advogado especialista em Direito Administrativo ouvido pelo SBT Brasil explicou que o pagamento da indenização depende das coberturas efetivamente contratadas. No seguro de automóveis, a proteção contra fenômenos da natureza costuma ser mais comum, enquanto no seguro residencial ela normalmente precisa ser contratada como cobertura adicional. “No caso de veículos, é mais padrão da seguradora já cobrir esses efeitos climáticos. No caso do seguro residencial, isso já não é um padrão. É necessário que o segurado solicite ao corretor a inclusão dessa cláusula, por exemplo, para enchentes”, afirmou. A reportagem também lembra que, em determinadas situações, o segurado pode solicitar a inclusão de novas coberturas durante a vigência ou na renovação da apólice, conforme as regras da seguradora. Além da proteção securitária, o especialista destacou que, quando o dano é causado por falha na manutenção de áreas públicas, como a queda de uma árvore que deveria ter recebido poda preventiva, o proprietário do bem pode buscar o ressarcimento dos prejuízos por meio de ação judicial contra o poder público, desde que seja comprovada a omissão da administração. Com a previsão de novos episódios de chuvas intensas e ventos fortes nos próximos meses, o caso do taxista reforça a importância de revisar as coberturas contratadas antes que um imprevisto aconteça. Nesse cenário, o corretor de seguros desempenha papel fundamental ao orientar o cliente sobre as proteções mais adequadas para riscos como vendavais, queda de árvores, enchentes, alagamentos e outros eventos climáticos, evitando que o segurado descubra apenas após o sinistro que sua apólice não oferece a proteção necessária. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/sem-contratar-a-cobertura-ideal-taxista-no-rj-fica-sem-indenizacao-apos-perda-total-do-carro/?_gl=1*msevn2*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3ODYwMTAzNjQkbzEkZzEkdDE3ODYwMTA0MTYkajgkbDAkaDA.
- Brasil precisa de política nacional de proteção financeira contra catástrofes
Enchentes, secas, vendavais e outros eventos climáticos extremos deixaram de representar apenas situações excepcionais. Além das perdas humanas e dos danos ambientais, esses desastres comprometem moradias, empresas, serviços públicos, infraestrutura e arrecadação tributária. O Brasil já possui uma Política Nacional de Proteção e Defesa Civil, instituída pela Lei nº 12.608, de 2012, e atualizada em 2023. A legislação abrange prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação. O desafio, porém, é consolidar uma estratégia nacional de proteção financeira que determine, antes das catástrofes, como os prejuízos serão distribuídos entre famílias, empresas, seguradoras, resseguradoras e governos. Sem essa estrutura, a maior parte da conta permanece com os próprios atingidos e com o poder público. Depois de cada desastre, governos precisam abrir créditos extraordinários, remanejar recursos de outras áreas e financiar obras emergenciais, enquanto famílias e pequenos negócios dependem de economias pessoais, empréstimos, doações ou auxílios públicos. A dimensão do problema aparece em estudo elaborado pela Guy Carpenter e pela Oliver Wyman para o Sindicato das Seguradoras de São Paulo (SingSeg-SP). O levantamento analisou os impactos potenciais de inundações, alagamentos, incêndios florestais, granizo e vendavais na capital paulista. Em um cenário extremo de alagamento e inundação, com período de retorno estimado em 100 anos, as perdas em imóveis e outros ativos poderiam alcançar R$ 2,935 bilhões. Em situações ainda mais severas, a estimativa sobe para R$ 4,354 bilhões em um cenário de 250 anos e R$ 5,763 bilhões em um evento com período de retorno de 500 anos. A pesquisa identificou aproximadamente 3,3 milhões de residências e 379 mil estabelecimentos comerciais e industriais potencialmente expostos. Juntos, esses ativos representam mais de R$ 1,5 trilhão. O impacto não ficaria restrito à destruição material. A interrupção de atividades em áreas comerciais e industriais poderia reduzir a arrecadação de ICMS e ISS em cerca de R$ 1,1 milhão por dia. O estudo também localizou, em áreas de risco elevado de inundação fluvial, 103,6 mil alunos, 102,8 mil pessoas em situação de vulnerabilidade social, 1,3 mil leitos hospitalares e 32 estações de trem e metrô. Os números mostram que uma enchente de grandes proporções pode provocar uma sequência de interrupções. O bloqueio de uma via afeta trabalhadores e mercadorias; o fechamento de uma escola compromete o atendimento às famílias; a paralisação de um hospital reduz a capacidade de resposta; e a suspensão do comércio diminui empregos, renda e arrecadação Seguro não substitui prevenção urbana A ampliação dos seguros não elimina a responsabilidade do poder público de reduzir a exposição da população. Obras de drenagem, contenção de encostas, recuperação de rios, preservação de áreas permeáveis, fiscalização do uso do solo, sistemas de alerta e reassentamento de famílias devem fazer parte da mesma política. Durante o Conversas do Fórum II, do Fórum Mário Petrelli de Fomento do Mercado de Seguros, Previdência, Capitalização e Resseguros, realizado no mês de agosto, no auditíorio da Escola de Negócios e Seguros, em São Paulo, em um debate sobre, “As catástrofes e os eventos climáticos”, foi informado cerca de R$ 110 bilhões por ano em perdas econômicas provocadas por chuvas intensas e secas extremas no Brasil, e apenas 9% deste valor está segurado. “É mais do que urgente discutirmos este tema para ampliar a cobertura securitária no País. Por isso, nós, do Fórum Mário Petrelli de Fomento do Mercado de Seguros, escolhemos as catástrofes e os eventos climáticos como tema central das “Conversas do Fórum – Segunda Edição – O futuro do seguro frente as catástrofes e os eventos climáticos”, afirma Marco Antônio Gonçalves, presidente do Conselho Consultivo da MAG Seguros e diretor-presidente do Fórum Mário Petrelli de Fomento do Mercado de Seguros”. O seguro atua sobre o risco que permanece mesmo depois das medidas preventivas. Ele permite transferir parte das perdas para seguradoras e resseguradoras, mas não impede que ruas sejam inundadas, serviços sejam interrompidos ou vidas sejam colocadas em risco. Acontratação de coberturas pode ser associada a incentivos para prevenção. Imóveis, empresas e municípios que adotarem medidas verificáveis de redução de risco poderiam ter acesso a condições mais favoráveis, limites maiores ou subsídios públicos direcionados. Uma estrutura brasileira teria de considerar as desigualdades regionais e sociais. Coberturas com preços calculados exclusivamente pela exposição ao risco podem se tornar inacessíveis justamente nas regiões mais vulneráveis. Subsídios transparentes e direcionados poderiam garantir proteção básica às famílias de baixa renda, sem eliminar os sinais de risco utilizados na precificação. Municípios também poderiam contratar coberturas coletivas ou seguros paramétricos para custear ações imediatas de defesa civil. Ao mesmo tempo, a concessão de subsídios não deveria estimular novas construções em áreas sujeitas a enchentes, deslizamentos ou outros perigos. A política precisaria combinar proteção financeira com regras de ocupação do solo, fiscalização, adaptação de imóveis e reassentamento quando a permanência no local representar risco elevado. A definição antecipada de responsabilidades é um dos principais benefícios de uma política nacional de proteção financeira. Em vez de decidir quem pagará somente depois da tragédia, o país poderia estabelecer previamente os limites das coberturas privadas, a participação dos resseguros, as obrigações dos governos e os critérios de atendimento às populações sem seguro. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/brasil-precisa-politica-nacional-de-protecao-financeira-contra-catastrofes/?_gl=1*1p8d9yf*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3ODU4MzY1NDUkbzQkZzEkdDE3ODU4MzY1NjMkajQyJGwwJGgw
- Mais um projeto altera regras para seguro saúde
A deputada Luisa Canziani apresentou projeto que altera a Lei 9.656/98 – a qual regulamenta a saúde suplementar – estabelecendo novos critérios de reajuste por variação de custos das contraprestações pecuniárias dos planos privados de contratação coletiva empresarial ou por adesão. Segundo a proposta, esses reajustes devem observar índice ou metodologia de referência a ser definida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), “com base em critérios técnicos e atuariais”. O texto determina que esses critérios deverão observar, no mínimo, as variações das despesas assistenciais no setor; e da frequência de utilização dos serviços de saúde; os parâmetros inflacionários aplicáveis, vedada a dupla contagem de componentes; e os impactos decorrentes da incorporação tecnológica e da ampliação de coberturas obrigatórias. Além disso, o índice ou metodologia de referência deverá ser definido e divulgado periodicamente, observando critérios de transparência e publicidade, assegurando a modicidade das contraprestações pecuniárias e preservando o equilíbrio econômico-financeiro do setor. O projeto estabelece ainda que a ANS deverá publicar relatório técnico contendo a metodologia, os dados e as premissas utilizados na definição do índice ou metodologia. A agência também terá que disciplinar hipóteses excepcionais de autorização de reajustes em patamar distinto do definido, mediante decisão motivada, com base em critérios atuariais e na demonstração de desequilíbrio econômico-financeiro relevante. Já as operadoras e seguradoras deverão assegurar aos beneficiários dos contratos informação prévia, clara e adequada acerca da aplicação de reajustes por variação de custos nas contraprestações pecuniárias. Será vedada rescisão unilateral de contratos em razão direta ou indireta das limitações de reajuste por variação de custos estabelecidas pela ANS e a redução das coberturas assistenciais ou exclusão de procedimentos, além da instituição de mecanismos de restrição de acesso como forma de compensação à limitação de reajustes por variação de custos. A deputada argumenta que enquanto os planos individuais observaram reajustes de 6,91% entre maio de 2024 e abril de 2025 e de 6,06% no período subsequente, há registros de reajustes significativamente superiores nos planos coletivos, sem transparência quanto aos critérios adotados. “O tema figura entre os principais focos de reclamação no setor, o que evidencia falha de mercado associada à ausência de poder de negociação do beneficiário final”, assinala a autora do projeto. Na visão dela, a natureza coletiva do contrato não deve afastar a necessidade de regulação quando há impacto direto sobre usuários que não participam da negociação contratual, como ocorre nos planos coletivos. “A proposta enfrenta essa lacuna regulatória de forma tecnicamente adequada. Atribui à ANS o dever de definir índice ou metodologia de referência para os reajustes por variação de custos, com base em critérios técnicos e atuariais. Estabelece balizas obrigatórias, como a consideração das despesas assistenciais, da frequência de utilização, de parâmetros inflacionários e dos impactos da incorporação tecnológica, além de impor deveres de transparência e publicidade”, pontua a parlamentar. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/mais-um-projeto-altera-regras-para-seguro-saude/?_gl=1*u8754v*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3ODU0MDkwNjAkbzMkZzEkdDE3ODU0MDkwOTEkajI5JGwwJGgw
- Eleições 2026: proteção e gestão de riscos são essenciais para o crescimento seguro dos pequenos negócios?
O fortalecimento dos pequenos negócios está entre os principais temas das campanhas para as eleições de 2026. Propostas voltadas à ampliação do crédito, redução da burocracia e estímulo ao empreendedorismo aparecem em diferentes programas de governo, mas especialistas alertam que o crescimento sustentável das empresas também depende da gestão de riscos e da proteção patrimonial. Para a especialista em Gente & Gestão, consultora sistêmica organizacional e autora Bruna Garcia, políticas públicas de incentivo têm potencial para impulsionar a procura por seguros empresariais à medida que as empresas ampliam suas operações. “As políticas públicas voltadas ao fortalecimento dos pequenos negócios têm um papel importante na geração de oportunidades, mas precisam vir acompanhadas de uma cultura de proteção. Quando um empreendedor tem acesso a crédito, amplia sua operação, contrata pessoas, investe em equipamentos e aumenta seu faturamento, ele também aumenta sua exposição a riscos”, afirma. Segundo Bruna, incentivar apenas o crescimento financeiro não é suficiente para garantir a continuidade das empresas. “O seguro deve ser visto como parte desse processo de desenvolvimento. Não faz sentido incentivar o crescimento de uma empresa sem incentivar também mecanismos que garantam sua continuidade. O empresário que protege seu patrimônio, sua operação e sua responsabilidade está mais preparado para enfrentar imprevistos sem comprometer anos de trabalho. No fim, crescimento e proteção precisam caminhar juntos.” Apesar desse cenário, muitos empreendedores ainda subestimam riscos capazes de comprometer anos de investimento. Ataques cibernéticos, ações de responsabilidade civil, interrupções das atividades e falhas na prestação de serviços continuam fora do radar de grande parte das micro e pequenas empresas. “Ainda existe uma falsa percepção de que determinados riscos atingem apenas grandes empresas. Hoje isso não corresponde mais à realidade. Questões como ataques cibernéticos, responsabilidade civil, interrupção das atividades, erros na prestação de serviços e até danos causados a terceiros podem gerar impactos financeiros significativos para um pequeno negócio”, explica. Ela observa que o maior problema costuma estar na ausência de planejamento para enfrentar situações inesperadas. “Muitos empreendedores concentram todos os seus investimentos na operação e deixam de proteger justamente aquilo que levaram anos para construir. Um único evento inesperado pode comprometer o fluxo de caixa, a reputação da empresa e, em alguns casos, inviabilizar a continuidade do negócio. O maior risco, muitas vezes, não é o sinistro em si, mas acreditar que ele nunca vai acontecer.” Nesse contexto, Bruna destaca que o corretor de seguros assume uma função cada vez mais estratégica. Segundo ela, o profissional precisa atuar como consultor, compreendendo a realidade de cada empresa antes de indicar soluções. “O corretor moderno deixou de ser apenas um intermediador de seguros. Ele precisa assumir um papel consultivo, entendendo o modelo de negócio do cliente, seus objetivos de crescimento, suas vulnerabilidades e os riscos que podem comprometer sua estratégia.” Para a especialista, essa atuação amplia o valor agregado do profissional e fortalece o relacionamento com o empreendedor. “Mais do que vender uma apólice, o corretor deve ajudar o empresário a construir uma política de proteção alinhada à realidade da empresa. Isso exige conhecimento técnico, visão de negócios e capacidade de traduzir riscos complexos em decisões práticas. Na minha visão, o melhor corretor é aquele que consegue mostrar que seguro não é um custo para quando algo acontece, mas um investimento que permite ao empreendedor continuar crescendo mesmo diante dos imprevistos.” A expectativa é que a transformação dos pequenos negócios também impulsione novos segmentos dentro do mercado de seguros. Entre eles, Bruna destaca o seguro cibernético, responsabilidade civil, seguro garantia e produtos modulares desenvolvidos conforme as necessidades de cada empresa. “Os seguros cibernéticos devem ganhar cada vez mais relevância diante da digitalização das empresas e do aumento dos riscos relacionados a vazamento de dados, ataques virtuais e interrupção das operações. A responsabilidade civil também tende a avançar, especialmente para empresas prestadoras de serviços, que estão cada vez mais expostas a possíveis reclamações e indenizações.” Ela também aponta o crescimento do seguro garantia como consequência da participação cada vez maior de pequenas empresas em contratos públicos e privados. “À medida que pequenas e médias empresas passam a participar de contratos privados e públicos de maior porte, cresce também a necessidade de oferecer garantias de cumprimento das obrigações assumidas. Além de transmitir mais credibilidade ao mercado, o seguro garantia permite preservar o capital de giro, evitando a imobilização de recursos que podem ser direcionados ao crescimento da empresa.” Para Bruna Garcia, o futuro da proteção empresarial passa por soluções mais flexíveis e alinhadas às diferentes realidades dos empreendedores. “Também acredito no fortalecimento de soluções mais personalizadas e modulares, permitindo que cada negócio contrate proteções compatíveis com sua realidade e seus riscos específicos. O futuro do mercado passa por uma visão cada vez mais estratégica da gestão de riscos. O seguro deixa de ser apenas um mecanismo de indenização para se tornar uma ferramenta de continuidade, sustentabilidade e crescimento empresarial. As empresas que entenderem essa mudança estarão mais preparadas para crescer de forma segura e perene.” FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/eleicoes-2026-protecao-e-gestao-de-riscos-sao-essenciais-para-o-crescimento-seguro-dos-pequenos-negocios/?_gl=1*3kx78x*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3ODUyNTYzNTMkbzEkZzEkdDE3ODUyNTYzNTgkajU1JGwwJGgw
- Moto elétrica provoca incêndio e prejuízo de R$ 60 mil; quem paga os prejuízos?
O incêndio provocado por uma moto elétrica em uma residência de Porangatu (GO), que causou prejuízo estimado em R$ 60 mil, reacendeu um debate importante sobre a responsabilidade em acidentes envolvendo veículos elétricos. Além dos danos materiais, casos como esse levantam dúvidas sobre quem deve arcar com os prejuízos e quais seguros podem ser acionados quando o fogo atinge imóveis ou terceiros. Para Carlos Valle, presidente do Sincor-PE, a resposta depende de quem sofreu o prejuízo e das coberturas contratadas. “Depende. Se o dono da motocicleta também é o dono da residência, a cobertura para terceiros do seguro do veículo não se aplica, porque ele não pode ser considerado terceiro de si mesmo. Agora, se a residência possui seguro residencial, essa apólice pode cobrir os danos causados pelo incêndio”, explica. Segundo o especialista, quando o incêndio causa prejuízos a terceiros e fica comprovado que a origem foi o veículo elétrico, a responsabilidade recai sobre o proprietário. “Quando comprovadamente a responsabilidade é do veículo elétrico, o seu proprietário será responsável pelos danos causados a terceiros. Nesse caso, o seguro do veículo, desde que tenha cobertura de responsabilidade civil para danos materiais, poderá indenizar esses prejuízos.” Apesar do crescimento da mobilidade elétrica, Carlos Valle afirma que não há diferenças relevantes entre a cobertura securitária de carros elétricos e veículos convencionais. “Não existe diferença na cobertura entre um veículo elétrico e um convencional. A principal preocupação deve ser contratar uma cobertura para danos materiais a terceiros.” O especialista ressalta apenas que algumas particularidades podem existir em veículos autopropelidos, como determinados modelos de patinetes elétricos, mas, no caso de automóveis e motocicletas elétricas, a lógica das coberturas permanece a mesma. Além do seguro, a prevenção também é fundamental. De acordo com Valle, a instalação correta dos carregadores é o primeiro passo para evitar acidentes. “Hoje o Corpo de Bombeiros já possui regulamentação nacional para a instalação de carregadores de veículos elétricos, sejam motos ou carros. O principal cuidado é seguir essa normativa.” Ele explica que essas instalações devem contar com equipamentos de proteção contra incêndio, como extintores e sistemas de combate às chamas. Também recomenda medidas adicionais de segurança. “O proprietário pode instalar câmeras e alarmes para identificar rapidamente qualquer princípio de incêndio e agir antes que o problema tome grandes proporções.” Com o aumento da circulação de veículos elétricos no Brasil, o presidente do Sincor-PE orienta que consumidores analisem cuidadosamente as coberturas disponíveis antes da contratação do seguro. “O principal ponto é verificar se a apólice oferece cobertura de responsabilidade civil para danos a terceiros. Essa proteção pode fazer toda a diferença caso o veículo provoque prejuízos a outras pessoas ou patrimônios.” Para o especialista, embora a tecnologia esteja cada vez mais presente na mobilidade, a orientação do corretor continua sendo essencial para garantir que o consumidor contrate uma proteção compatível com os riscos envolvidos no uso desses veículos. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/moto-eletrica-provoca-incendio-e-prejuizo-de-r-60-mil-quem-paga-os-prejuizos/?_gl=1*1b3fyf*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3ODQ4MDI0NTUkbzI4JGcxJHQxNzg0ODAyNDU4JGo1NyRsMCRoMA..
- Catástrofes vizinhas, como Terremoto na Venezuela, e extremos climáticos ligam alerta para falta de cultura de seguros no Brasil
O recente terremoto de magnitude devastadora na Venezuela, cujos reflexos ecoaram fortemente no Norte do Brasil — provocando pânico e a evacuação de edifícios em capitais como Manaus, Belém e Macapá —, acendeu um duplo alerta sobre a vulnerabilidade econômica e a falta de preparação da região para lidar com sinistros complexos. Com prejuízos estimados em mais de US$ 10 bilhões na Venezuela (cerca de 10% do PIB do país), a tragédia evidencia um desafio comum a toda a América Latina: a baixa penetração de seguros. No Brasil, o avanço em frequência e severidade de eventos climáticos extremos, somado aos reflexos de abalos vizinhos, coloca o empresariado e o mercado imobiliário diante de riscos severos e, muitas vezes, subestimados. Embora o risco de danos estruturais graves por sismos seja baixo no território brasileiro, o susto vivido no Norte do país revelou lacunas na blindagem patrimonial de empresas e condomínios. Historicamente, apólices acessórias para tremores de terra ou lucros cessantes decorrentes de evacuações de emergência são praticamente inexistentes na região. “O mercado imobiliário e corporativo em geral não está preparado para situações como esta, por não haver histórico de eventos com esse perfil. Dessa forma, não temos demanda para esse tipo de perda no Norte”, explica Luciano Lima, SVP de Filiais, Massificados e Personal Lines da Alper Seguros. “Infelizmente, o brasileiro ainda vê essas situações como distantes da sua realidade, o que faz com que grandes episódios não se reflitam em um aumento expressivo na procura por proteção. A cultura do seguro vem crescendo, mas ainda está longe dos níveis de países desenvolvidos. Precisamos conscientizar a sociedade sobre a necessidade de proteção e desenhar produtos específicos para perfis e realidades regionais.”’’’ A falsa percepção de proteção corporativa Se por um lado o mercado corporativo das grandes capitais brasileiras demonstra maior maturidade na contratação de apólices patrimoniais básicas, especialistas alertam que existe uma diferença crucial entre possuir um seguro e estar efetivamente protegido contra desastres de grande magnitude. O erro mais frequente das organizações reside em focar apenas na perda física do ativo, ignorando o impacto em cascata que uma enchente, vendaval ou evacuação causa na linha de produção e na cadeia de suprimentos. “A principal vulnerabilidade hoje não está na falta de seguro, mas na falsa percepção de proteção que a falta de entendimento traz. Muitas empresas acreditam estar devidamente cobertas porque possuem uma apólice patrimonial comum, quando, na prática, sua maior exposição está na interrupção da operação e na perda de capacidade de gerar caixa”, afirma Fábio Ursaia, Sr VP da Alper Seguros. “O seguro não evita a catástrofe, mas evita que ela se transforme em uma crise econômica prolongada. Empresas não costumam quebrar porque perderam um prédio. Elas quebram porque perderam a capacidade de gerar receita.” Gestão de riscos e sobrevivência financeira Diante de um cenário onde o “improvável” e o “imprevisto” se tornam frequentes de Norte a Sul do país — alternando entre secas históricas na Amazônia e enchentes devastadoras no Sul —, o seguro deixou de ser encarado pelas diretorias financeiras como um custo burocrático para se consolidar como uma ferramenta indispensável de resiliência e sobrevivência empresarial. Para responder a cenários de acumulação de riscos (como o fenômeno da ‘sequência dupla’ de tremores visto na Venezuela, que pulverizou estruturas já abaladas), as consultorias de seguros assumem um papel altamente estratégico. O foco atual do mercado migrou da simples negociação de preços de apólices para uma análise profunda e preventiva do ecossistema de cada cliente. “O papel da consultoria mudou profundamente. Antes, a principal discussão era quanto custava uma apólice. Hoje, a pergunta mais relevante para um CFO é quanto custa interromper uma operação por semanas ou meses”, pontua Fábio Ursaia. “As apólices para grandes riscos são capazes de responder a cenários complexos, mas a diferença entre uma boa e uma má proteção quase sempre é definida antes do sinistro acontecer, na qualidade da estrutura desenhada.” Para mitigar essas lacunas, a Alper Seguros tem intensificado a atuação de suas filiais pelo país, utilizando inteligência de dados e vistorias detalhadas para recalibrar as necessidades do empresariado brasileiro. “Nosso papel estratégico nas filiais é promover essa conscientização através de análises rigorosas da característica da atividade de cada empresa, mapeando seus riscos e as conexões que possam afetar seu ecossistema”, conclui Luciano Lima. “Oferecemos suporte para qualquer tipo de necessidade através de apólices desenhadas sob medida para segmentos e perfis regionais, minimizando perdas e garantindo a continuidade dos negócios diante desta nova realidade climática e geográfica.” FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/catastrofes-vizinhas-como-terremoto-na-venezuela-e-extremos-climaticos-ligam-alerta-para-falta-de-cultura-de-seguros-no-brasil/?_gl=1*1tbpldm*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3ODQ2Mjk5NDMkbzI2JGcxJHQxNzg0NjI5OTQ2JGo1NyRsMCRoMA..
- Férias de julho: confira 15 cuidados antes de pegar a estrada e deixar a casa vazia
As férias de julho aumentam o fluxo nas rodovias e o número de residências vazias durante alguns dias. Antes de viajar, especialistas recomendam um checklist que vai além das malas: revisar o carro, verificar as condições das estradas, reforçar a segurança da casa e conferir documentos e serviços que podem ser úteis em caso de imprevistos. “O planejamento da viagem começa antes de ligar o carro. Pequenas medidas preventivas reduzem riscos e evitam transtornos durante o período de descanso”, afirma Saint’Clair Lima, diretor de Produtos da Bradesco Seguros. No caso do automóvel, a recomendação é revisar pneus, freios, iluminação, bateria e documentação antes de pegar a estrada. Também vale conferir o que está coberto pelo seguro. O Seguro Auto da Bradesco Seguros pode incluir proteção para colisão, roubo e furto, danos causados a terceiros (responsabilidade civil), acidentes pessoais de passageiros e assistência 24 horas, com serviços como reboque, chaveiro, troca de pneus e socorro mecânico, conforme as coberturas contratadas. Já para quem vai deixar a residência fechada durante o período da viagem, algumas medidas simples, como desligar aparelhos elétricos desnecessários, fechar o registro de água, verificar portas e janelas e evitar divulgar a viagem nas redes sociais, ajudam a reduzir riscos. Além disso, é importante conhecer as coberturas da apólice contratada. No Seguro Residencial Bradesco, as coberturas podem contemplar situações como incêndio, queda de raio, explosão, danos elétricos, vendaval, roubo e furto qualificado, entre outras. O seguro também oferece assistências residenciais, com serviços emergenciais como eletricista, encanador, chaveiro e vidraceiro e diversos outros serviços que oferecem comodidade para pequenos reparos e manutenção do lar, de acordo com o plano contratado. É importante lembrar que, além do amparar a casa habitual, que estará desocupada no período de férias, o Seguro Residencial também ampara casas de veraneio, quando contratada apólice específica para o local, com soluções que visam garantir a proteção do imóvel para que ele esteja sempre pronto para receber a família e ser o lar de novas histórias. “Prevenção continua sendo a melhor forma de reduzir riscos. Quando ela vem acompanhada de uma proteção adequada, como um seguro que atenda às necessidades de cada cliente, é possível aproveitar as férias com mais tranquilidade e segurança”, conclui Saint’Clair Lima. Guia de serviço – checklist antes de viajar Para o carro Faça a revisão preventiva (freios, pneus, bateria, óleo e iluminação).Confira a documentação do veículo e da CNH. Consulte a previsão do tempo e as condições das rodovias. Leve triângulo, macaco, estepe e ferramentas em boas condições. Tenha contatos de emergência facilmente acessíveis. Antes de sair, confira quais serviços de assistência estão disponíveis caso ocorra um imprevisto na estrada. Para a residência Verifique portas, portões e janelas. Feche o registro de água, quando possível. Desligue equipamentos elétricos que não precisam permanecer ligados. Evite publicar nas redes sociais que a casa ficará vazia. Se possível, peça para um vizinho ou familiar acompanhar o imóvel durante a viagem. Também vale conferir Telefones de emergência. Documentos pessoais. Medicamentos de uso contínuo. Coberturas dos seguros residencial e do automóvel, para saber quais situações estão protegidas durante a viagem. “A prevenção continua sendo a principal aliada de quem vai viajar. Revisar o veículo, proteger a residência e conhecer os recursos disponíveis em caso de emergência são medidas simples que fazem diferença para aproveitar as férias com tranquilidade”, conclui Saint’Clair Lima. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/ferias-de-julho-confira-15-cuidados-antes-de-pegar-a-estrada-e-deixar-a-casa-vazia/?_gl=1*1v6x3hh*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3ODQxOTcxMDMkbzI1JGcxJHQxNzg0MTk3MTEzJGo1MCRsMCRoMA..
- Itália exigirá seguro obrigatório para patinetes elétricos a partir de 16 de julho
A Itália passará a exigir, a partir de 16 de julho, seguro obrigatório para patinetes elétricos, uma medida que alcançará cerca de um milhão de proprietários particulares e estabelecerá novas regras para o uso do veículo. A medida, prevista no novo Código da Estrada aprovado no final de 2024, tem como objetivo garantir a cobertura de danos causados a terceiros durante o uso dos patinetes, mas também levanta dúvidas sobre custos e aplicação prática. O alerta foi feito pela associação de defesa dos consumidores Assoutenti, que destacou alguns pontos críticos da nova regulamentação italiana. A cobertura obrigatória deverá proteger contra prejuízos provocados por acidentes envolvendo patinetes elétricos, como ferimentos em pedestres ou ciclistas e danos causados a outros veículos. No entanto, uma apólice comum de responsabilidade civil familiar não será suficiente para cumprir a nova exigência. Segundo a entidade, o seguro específico deverá conter a identificação do patinete elétrico, por meio de uma etiqueta própria, o que exclui, na prática, os contratos genéricos de seguro residencial ou familiar. Outro ponto de atenção é a ausência de um sistema de indenização direta nos primeiros dois anos de vigência da medida. Como se trata de uma regulamentação inédita, uma circular do Ministério das Empresas e do Made in Italy, de 24 de abril, estabeleceu um período de acompanhamento para avaliar os custos reais dos acidentes envolvendo patinetes elétricos. Durante esse período, a Autoridade de Supervisão de Seguros (IVASS) deverá enviar ao Ministério, a cada seis meses, dados sobre a evolução dos pedidos de indenização registrados após a entrada em vigor da obrigatoriedade. Até que seja definido um modelo específico, continuará sendo aplicado o procedimento tradicional de indenização para acidentes de trânsito envolvendo patinetes. De acordo com estimativas da Assoutenti, o mercado de seguros para patinetes elétricos poderá movimentar cerca de 50 milhões de euros por ano. O valor considera um custo médio de aproximadamente 35 a 55 euros para uma apólice básica. Com a inclusão de coberturas adicionais, o preço poderá chegar a cerca de 150 euros anuais. A associação também lembra que o descumprimento da obrigação poderá resultar em multas entre 100 e 400 euros, embora destaque que a fiscalização ainda representa um desafio. “O verdadeiro problema é que o mercado de patinetes elétricos ainda é uma terra sem lei”, afirmou o presidente da Assoutenti, Gabriele Melluso. Segundo ele, novas obrigações estão sendo introduzidas enquanto regras básicas de circulação, como o uso de capacete e a proibição de transportar duas pessoas no mesmo patinete, ainda enfrentam dificuldades de fiscalização. Melluso também pediu atenção do governo para evitar que a nova exigência provoque aumentos injustificados de preços ou situações de discriminação em nível local. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/italia-exigira-seguro-obrigatorio-para-patinetes-eletricos-a-partir-de-16-de-julho/?_gl=1*1n9kal3*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3ODQwMjUzNjYkbzI0JGcxJHQxNzg0MDI1NDI0JGoyJGwwJGgw
- Complexidade da logística impulsiona seguro de transportes no Amazonas
A Região Norte abriga uma das operações logísticas mais complexas do Brasil. A integração entre os modais hidroviário, rodoviário e aéreo, aliada às grandes distâncias e às particularidades geográficas da Amazônia, torna a gestão de riscos um componente estratégico para empresas que dependem da movimentação segura de cargas e mercadorias. Nesse cenário, o Seguro de Transportes assume papel fundamental para garantir maior previsibilidade às operações e proteger empresas diante dos desafios inerentes à cadeia logística. Reflexo dessa atuação especializada, a Tokio Marine lidera o segmento na Região Norte, com 39,5% de participação de mercado, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), referentes ao acumulado de janeiro a março de 2026. Para Cefas Rodrigues, Diretor Comercial Regional Varejo Norte e Nordeste da Tokio Marine, a liderança da companhia é resultado de uma estratégia baseada em conhecimento técnico, proximidade com Corretores e desenvolvimento de soluções alinhadas às características do mercado regional. “A Região Norte possui uma dinâmica logística própria, que exige conhecimento especializado e uma compreensão profunda dos riscos envolvidos em cada operação. Nosso compromisso é oferecer soluções que acompanhem essa realidade e contribuam para que Corretores e Clientes tenham mais segurança e previsibilidade em suas operações”, afirma. A logística é um dos pilares da economia amazônica e sustenta atividades estratégicas como a operação do Polo Industrial de Manaus, o abastecimento dos municípios da região, o transporte de insumos e a circulação de mercadorias. Nesse contexto, a gestão de riscos torna-se uma aliada para empresas que buscam reduzir impactos operacionais e garantir maior continuidade aos seus negócios. O Amazonas ocupa posição de destaque dentro da atuação regional da Tokio Marine e apresenta desempenho consistente nas carteiras voltadas ao mercado corporativo. Nos últimos cinco anos, de 2022 a 2025, a carteira de Seguro de Transportes registrou crescimento de 124,7% na Sucursal de Manaus, segundo dados gerenciais da companhia, refletindo a confiança dos Corretores e a consolidação da seguradora em um segmento estratégico para a economia regional. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/complexidade-da-logistica-impulsiona-seguro-de-transportes-no-amazonas/?_gl=1*18k2a7m*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3ODM2ODAyMzUkbzIzJGcxJHQxNzgzNjgwMjU2JGozOSRsMCRoMA..
- Planos de saúde poderão ser obrigados a cobrir despesas de acompanhante
Está prestes a ser enviado à sanção presidencial o projeto de lei que obriga os planos de saúde a cobrirem as despesas do acompanhante durante os períodos de trabalho de parto, no parto e no pós-parto imediato. A proposta, já aprovada no Senado, avança rapidamente na Câmara, sendo analisada em caráter conclusivo, último passo antes de ser sancionada e virar lei. Neste começo de semana, a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara aprovou o projeto, com parecer favorável da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), que recomendou a aprovação da proposta, de autoria da senadora Daniella Ribeiro (PP-PB). “No campo da saúde suplementar, a obrigatoriedade de cobertura das despesas do acompanhante elimina barreiras financeiras que hoje podem inviabilizar o exercício desse direito”, avaliou Laura Carneiro. Segundo a Agência Câmara, o texto aprovado caracteriza como infração sanitária o descumprimento do direito de a gestante poder ter um acompanhante nessas situações e em atendimentos com sedação, tanto em hospitais públicos como privados. É determinado, por outro lado, que a eventual renúncia a esse direito deverá ser feita por escrito, após prestação de informações à paciente, em termo de consentimento arquivado no prontuário. “Ao fazer esta exigência, a proposta protege a gestante contra pressões institucionais ou decisões desinformadas, assegurando que o protagonismo do parto permaneça com a mulher”, observou a relatora. Ainda de acordo com a proposta, o Sistema Único de Saúde (SUS) deverá disponibilizar as informações aos pacientes indígenas em linguagem adequada às diversas realidades sociais e culturais que vivenciam. O projeto já foi aprovado também pela Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais. Agora, será analisada pelas comissões de Saúde e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Em seguida, irá diretamente à sanção presidencial se não for modificado pelos deputados. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA:https://cqcs.com.br/noticia/planos-de-saude-poderao-ser-obrigados-a-cobrir-despesas-de-acompanhante/?_gl=1*1sb0jf7*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3ODM0MjI1ODAkbzIyJGcxJHQxNzgzNDIyNTg1JGo1NSRsMCRoMA..












