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- TFH2H91
12/03/2026 - Veículo iniciando os reparos de sinistro na frontal, já foi feito a desmontagem, e iniciando também pequenos reparos na traseira. 17/03/2026 - Veículo em fase de preparação para pintura. 20/03/2026 - Em montagem e acabamentos finais.
- RVS2B32
12/03/2026 - Veículo iniciando os reparos, sendo feita a desmontagem para preparação. 17/03/2026 - Veículo em preparação para pintura. 20/03/2026 - Em montagem e acabamentos finais.
- TGI1D87
17/03/2026 - Veículo já passou pela desmontagem e seguirá para início dos reparos.
- SDB2I69
05/03/2026 - Veículo já passou pela desmontagem e está em preparação para os reparos. 10/03/2026 - Veículo na preparação. 12/03/2026 - Reparos finalizados.
- Prejuízo de R$ 500 mil em academia após enchente poderia ser amenizado com seguro
O aumento da frequência de eventos climáticos extremos no Brasil tem ampliado os prejuízos para as empresas e reforçado a importância do seguro empresarial como ferramenta de proteção dos negócios. Para Dorival Alves, diretor do Sindicato dos Corretores de Seguros do Distrito Federal (Sincor-DF) e delegado representante da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), a orientação do corretor é fundamental para que empresários entendam as coberturas disponíveis e se preparem diante desses riscos. Segundo ele, o seguro empresarial pode proteger contra diversos tipos de danos provocados por fenômenos naturais, desde que as coberturas adequadas sejam contratadas. “É importante destacar que o seguro empresarial, em geral, protege contra danos causados por chuvas, vendavais, granizo, inundações e desmoronamentos, mas geralmente exige a contratação de coberturas adicionais além da básica”, explica. Um caso recente ilustra os impactos que eventos climáticos podem causar aos negócios. Após um temporal ocorrido no dia 8, uma academia de crossfit na zona sul de São Paulo publicou vídeos nas redes sociais mostrando o estabelecimento sendo destruído pela força da água. As imagens divulgadas pela Yellow Monkey CrossFit ultrapassam 140 mil visualizações e, segundo apuração do G1 , o prejuízo estimado supera R$500 mil. Para tentar amenizar as perdas, a empresa iniciou uma vaquinha virtual nas redes sociais com meta de arrecadar o mesmo valor, até o momento, cerca de R$76,4 mil haviam sido captados. Na prática, especialistas explicam que a cobertura básica do seguro empresarial costuma proteger contra incêndio, raio e explosão. Já prejuízos causados por chuvas intensas, alagamentos, vendavais ou granizo normalmente dependem da contratação de coberturas adicionais. Além da proteção estrutural do imóvel, as apólices podem contemplar danos a equipamentos, estoques e até interrupção das atividades, o que pode ser essencial para a recuperação financeira de um negócio após um desastre natural. Nesse contexto, o corretor de seguros desempenha papel decisivo na orientação do empresário. “O corretor pode ajudar os empresários a identificar suas necessidades, avaliar a situação específica do negócio e recomendar coberturas adequadas, além de comparar diferentes apólices e seguradoras para encontrar a melhor proteção”, afirma Dorival Alves. Ele também destaca que o profissional acompanha o segurado em momentos críticos, como no processo de regulação de sinistros. “O corretor de seguros também oferece suporte em sinistros, auxiliando no processo de reivindicação em caso de danos e garantindo que os segurados recebam a assistência necessária”, acrescenta. Apesar da crescente preocupação com os riscos climáticos, a proteção ainda é limitada no país. Segundo o dirigente, existe uma grande lacuna na contratação desse tipo de cobertura no Brasil. “Diante dos eventos extremos, os seguros climáticos ganham destaque no radar das seguradoras e dos corretores de seguros, pois ainda há uma lacuna significativa na comercialização e aceitação desse tipo de seguro. Atualmente, mais de 90% das perdas provocadas pelas mudanças climáticas não são seguradas”, alerta. Para Dorival Alves, o cenário reforça a necessidade de conscientização e planejamento por parte dos empresários. “Com o aumento dos eventos climáticos extremos no Brasil, é fundamental que os empresários estejam cientes das opções de seguros disponíveis e da importância de contar com uma cobertura adequada”, conclui. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/prejuizo-de-r-500-mil-em-academia-apos-enchente-poderia-ser-amenizado-com-seguro/
- Academia devastada estima prejuízo de R$ 500 mil; seguro poderia amenizar as perdas
Um caso recente chamou atenção nas redes sociais e levantou discussões sobre a importância do seguro empresarial que poderia amenizar as perdas. Após um temporal ocorrido no domingo (8), uma academia de crossfit na zona sul da capital paulista publicou vídeos mostrando o estabelecimento sendo destruído pela força da água. As imagens, divulgadas pela Yellow Monkey CrossFit, ultrapassam 140 mil visualizações. De acordo com apuração do G1, o prejuízo estimado pela empresa ultrapassa R$ 500 mil. Para tentar amenizar as perdas, a academia iniciou uma vaquinha virtual nas redes sociais com a meta de arrecadar o mesmo valor. Até o momento, cerca de R$ 76,4 mil haviam sido captados. A empresa não informou se possui seguro para cobrir os danos. Procurada pela reportagem da PEGN, a academia não respondeu até o fechamento da matéria. Segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia responsável pela supervisão do mercado de seguros no Brasil, a cobertura para alagamentos e outros eventos climáticos não é obrigatória nos seguros empresariais. “O seguro empresarial padrão, em regra, possui cobertura para incêndio, raio e explosão. Para incluir coberturas para danos causados por chuvas e eventos climáticos, exceto os danos provocados por queda de raio, que já estão contemplados na cobertura básica, é necessária a contratação de coberturas adicionais”, diz Nathalia Tomps, advogada da área de seguros no Pellegrina e Monteiro Advogados. Na prática, especialistas explicam que o seguro empresarial básico costuma proteger contra incêndios, raios e explosões. Já danos provocados por chuvas, vendavais, granizo ou alagamentos dependem da contratação de proteções adicionais. “O ideal é que o empresário busque um produto dentro da seguradora, ou em outras seguradoras, que apresente essas coberturas [para eventos climáticos], seja de forma básica ou como contratação de cobertura adicional”, diz o advogado Mário Gregório Barz Junior, sócio do Fragata e Antunes Advogados. Outro ponto importante é que as coberturas podem ter critérios específicos definidos pelas seguradoras. “Por exemplo, algumas seguradoras que possuem cobertura para vendavais dispõem de forma expressa que apenas ventos acima de 70 km/h podem receber este nome. Portanto, um destelhamento causado por ventos abaixo desta velocidade são prejuízos não cobertos pelo seguro, independentemente do resultado”, aponta o advogado. Por isso, especialistas recomendam atenção às condições contratuais. “O artigo 15 da Circular 621/21 da Susep prevê expressamente que as condições contratuais deverão apresentar glossário em linguagem clara e de fácil entendimento, com a definição dos termos técnicos e estrangeirismos utilizados”, completa. Localização do imóvel influencia o seguro A localização do estabelecimento também tem impacto direto no valor do seguro e na avaliação de risco feita pelas seguradoras. “Assim como em outros ramos do seguro, o cálculo do prêmio leva em conta diversos fatores de risco — e a localização do imóvel é um dos mais importantes. Aspectos como histórico de eventos climáticos, infraestrutura urbana, proximidade de rios ou áreas com histórico de alagamento podem influenciar a avaliação de risco feita pelas seguradoras”, afirma Jarbas Medeiros, presidente da comissão de riscos patrimoniais massificados da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais). Segundo a Susep , as condições contratuais e as coberturas dependem da política de subscrição de cada seguradora. Seguro do imóvel e do negócio podem ser diferentes No caso de imóveis alugados, tanto o proprietário quanto o locatário podem contratar seguros, cada um com objetivos distintos. De acordo com especialistas, o dono do imóvel normalmente protege a estrutura da edificação, enquanto o empresário protege os bens utilizados na operação. “Já o locatário, especialmente no caso de um negócio, pode contratar um seguro empresarial para proteger o conteúdo do estabelecimento, como equipamentos, mercadorias, mobiliário e eventuais responsabilidades decorrentes da atividade”, afirma Medeiros. Também é possível contratar uma única apólice que contemple ambas as proteções. “Dessa forma, uma única apólice pode organizar a proteção de ambas as partes de maneira mais simples”, diz. O que fazer em caso de prejuízo Se ocorrer um dano provocado por evento climático, o primeiro passo é comunicar a seguradora o mais rápido possível. “O segurado deve acionar a seguradora responsável pelo contrato, que solicitará todos os documentos necessários para a regulação do sinistro”, orienta Tomps. Entre os documentos normalmente solicitados estão cópia da apólice, documentos da empresa, comprovante de endereço do imóvel segurado, contrato de locação (quando aplicável), lista de bens danificados, notas fiscais, registros do ocorrido e, em alguns casos, boletim de ocorrência e laudo técnico. Junior destaca que algumas seguradoras também oferecem serviços emergenciais. Segundo ele, em situações como destelhamentos, por exemplo, pode haver envio de lonas ou suporte imediato para evitar que o prejuízo aumente. De acordo com a Susep, o prazo para liquidação do sinistro é de até 30 dias, contados a partir da entrega de toda a documentação necessária. Especialistas alertam que o seguro precisa ser contratado antes do evento ocorrer. “Quando o empresário não possui seguro ou tem uma cobertura insuficiente, os prejuízos acabam sendo assumidos diretamente pelo próprio negócio”, aponta Medeiros. A legislação brasileira também proíbe a contratação de seguro retroativo. “O artigo 11 da Lei 15.040 de 2024 proíbe expressamente a realização de seguro depois que o sinistro já tenha acontecido. Portanto, se não houver seguro ou se o ocorrido não estiver dentro das coberturas, não há forma como receber indenização”. Mesmo assim, caso a seguradora negue um sinistro, o segurado pode contestar a decisão. “O contrato deve prever a forma administrativa de discutir a negativa e, caso esta seja mantida, o segurado pode buscar a via judicial caso entenda necessário”, concluiu Junior. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/academia-devastada-estima-prejuizo-de-r-500-mil-seguro-poderia-amenizar-as-perdas/
- RBU8E28
25/02/2026 - Iniciando preparação para os reparos de sinistro. 03/03/2026 - Veículo voltou para a preparação para os pequenos reparos. 05/03/2026 - Em andamento reparos de sinistro e também os pequenos reparos. 10/03/2026 - Finalizando preparação para seguir para a cabine de pintura.
- SGQ1E76
26/02/2026 - Veículo já passou pela desmontagem e está na preparação. 03/03/2026 - Em processo de pintura dentro da cabine. 05/03/2026 - Veículo em acabamento final para entrega.
- OWL2D81
25/02/2026 - Finalizando a desmontagem para iniciar a funilaria. 03/03/2026 - Veículo iniciando a preparação.
- Setor Segurador agiliza atendimento a atingidos pelas chuvas em Minas Gerais
O Sindicato das Seguradoras de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal (Sindseg MG/GO/MT/DF) e o Sindicato dos Corretores de Minas Gerais (Sincor-MG) já iniciaram uma série de ações conjuntas para mitigar os impactos das fortes chuvas que atingem a Zona da Mata e, mais recentemente, o Norte de Minas Gerais. As entidades mobilizaram tanto ações humanitárias quanto uma força-tarefa operacional para acelerar o pagamento de indenizações aos segurados afetados. As seguradoras que atuam nas regiões atingidas implementaram um regime especial de atendimento. Peritos foram deslocados para os municípios afetados e a análise digital de danos passou a ser adotada para agilizar os processos. De acordo com a presidente do Sindicato Regional das Seguradoras, Andreia Padovani, o prazo médio para pagamento das indenizações tem sido de até 48 horas após a abertura do sinistro, a depender da seguradora e da complexidade do caso. Centenas de avisos de sinistro relacionados a alagamentos e enchentes já foram registrados, e a expectativa é de que esse número aumente nos próximos dias. O atendimento emergencial será mantido enquanto perdurar a situação crítica nas cidades atingidas. Um representante do sindicato permanece na Zona da Mata para acompanhar a evolução dos impactos e apoiar a articulação entre seguradoras e corretores. De forma coordenada, os corretores estão fazendo uma busca proativa de segurados que podem ter sido afetados. Tanto as seguradoras quanto os corretores estão procurando os clientes para realizar os processos indenizatórios ao invés de esperar. “Como muita gente está sofrendo, acaba nem lembrando do seguro, então estamos trabalhando proativamente na identificação dos prejudicados para acelerar as indenizações. As seguradoras estão sendo muito atenciosas, cuidadosas e responsáveis com os clientes, exigindo o mínimo de documentos necessários, o que tem simplificado muito os processos”, afirma Gustavo Bentes, presidente do Sincor MG. Apoio às famílias não seguradas Além da atuação contratual, as entidades também promovem ações solidárias. Segundo Padovani, parte significativa das residências atingidas está localizada em áreas irregulares, o que muitas vezes dificulta a contratação de seguro. Para atender essas famílias, o sindicato coordena campanha de arrecadação de itens de primeira necessidade, como alimentos, produtos de higiene e limpeza. O Sincor-MG, por sua vez, concentra esforços na arrecadação de recursos financeiros destinados a doações emergenciais. O presidente do Sincor-MG alerta, contudo que a maior parte das pessoas não tem contrato de seguro e que as companhias, aliadas aos corretores, têm buscado entender o que podem fazer, já que grande parte dos automóveis e imóveis sem seguro precisam de serviços para ajudar na solução de problemas, como tirar carros debaixo de entulhos e destroços. “Seguradoras e corretores estão trabalhando de forma voluntária para oferecer, com gratuidade e dentro dos limites das possibilidades de atendimento, ajuda à população, afirma Bentes. Projeto “Cidades Protegidas” Gustavo Bentes, destacou ainda o avanço do projeto “Cidades Protegidas”, iniciativa que busca ampliar o debate sobre gestão de riscos e proteção social diante do aumento da frequência de eventos climáticos extremos. O projeto prevê diálogo com o poder público municipal e entidades locais para mapear vulnerabilidades e ampliar o acesso da população a soluções de proteção, como seguros de morte acidental, assistência funeral e serviços de telemedicina. Segundo as entidades, a proposta é contribuir para que os municípios mineiros estejam mais preparados para enfrentar eventos climáticos severos, combinando prevenção, informação e mecanismos de proteção financeira. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/setor-segurador-agiliza-atendimento-a-atingidos-pelas-chuvas-em-minas-gerais/
- Empresário e veterinário são presos por fraude contra seguradora ao mentirem sobre morte de gado em Uberaba
Um empresário e um médico veterinário foram presos suspeitos de fraude contra uma seguradora após o tombamento de um caminhão carregado com bovinos na região de Uberaba, no Triângulo Mineiro. Segundo a investigação, os suspeitos mentiram para a seguradora dizendo que 14 cabeças de gado haviam morrido durante o acidente, sendo que na verdade 10 perderam a vida. O g1 entrou em contato com a Polícia Civil para saber a data exata do tombamento e prisão dos suspeitos, porém não houve resposta até a última atualização da reportagem. Investigações Segundo a Polícia Civil, a investigação começou quando agentes da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Rurais abordaram um caminhão que transportava três bovinos abatidos de forma irregular e sem qualquer acondicionamento adequado. O motorista disse que foi contratado para levar os animais até a comunidade rural Capelinha do Barreiro e informou que outros bovinos estavam em um posto de combustíveis às margens da rodovia LMG-798. No local indicado, os investigadores encontraram outro caminhão com dez animais mortos. Um dos motoristas contou que presenciou quando o responsável pela operação chamou um homem para abater três bovinos ainda vivos, que foram carregados no primeiro veículo abordado. De acordo com a Polícia Civil, o gado era proveniente de um caminhão que transportava 69 cabeças e havia tombado nas proximidades da entrada de Almeida Campos. Parte dos animais foi levada para confinamento em Frutal, mas 14 permaneceram no local do acidente, dez mortos e quatro ainda vivos. Maus-tratos A perícia constatou indícios de maus-tratos no abate dos três bovinos, feito em desacordo com normas técnicas e sanitárias. O empresário confessou ter informado à seguradora que 14 animais haviam morrido, quando, na realidade, eram dez. A empresa confirmou a divergência e apontou irregularidades também na destinação dos quatro bovinos que sobreviveram. O médico veterinário admitiu que emitiu um laudo atestando a morte de 14 animais, embora tivesse verificado apenas dez óbitos, alegando que o documento foi elaborado a pedido do empresário. Os dois foram presos em flagrante e devem responder por maus-tratos a animais, falsidade ideológica e estelionato por fraude contra seguradora. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/empresario-e-veterinario-sao-presos-por-fraude-contra-seguradora-ao-mentirem-sobre-morte-de-gado-em-uberaba/
- ONK9G67
18/02/2026 - Veículo finalizando preparação. 20/02/2026 - Pintura finalizada, aguardando secar para a montagem. 25/02/2026 - Veículo em fase de montagem e acabamentos para finalização.












