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- Setor de seguros cresce 12,3% até novembro de 2024
De acordo com relatório da Susep, um dos destaques do período foi o VGBL, com crescimento de 16,3% A Superintendência de Seguros Privados (Susep) acaba de divulgar o seu relatório Síntese Mensal, com dados do setor de seguros até o mês de novembro de 2024. A arrecadação do setor supervisionado no mês de novembro foi de R$ 33,06 bilhões. No acumulado de 2024, as receitas totalizaram R$ 394,16 bilhões até novembro, o que significa um crescimento de 12,3% em relação ao mesmo período de 2023. Em novembro de 2024, o setor retornou à sociedade R$ 19,4 bilhões, por meio de indenizações, resgates, benefícios e sorteios. No acumulado do ano, o retorno chegou a R$ 221,04 bilhões. Outros destaques do período até novembro de 2024 foram: Os seguros de danos e pessoas (sem o VGBL) arrecadaram R$ 188,55 bilhões nos primeiros onze meses de 2024, 10,61% acima do valro registrado no mesmo período em 2023. A receita dos “seguros patrimoniais – outros”, que inclui, por exemplo, riscos diversos e lucros cessantes, alcançou R$ 5,94 bilhões no acumulado do ano, valor 19% acima do registrado no mesmo período do ano anterior. O VGBL recebeu contribuições de R$ 12,49 bilhões no mês de novembro de 2024. Durante os onze primeiros meses do ano, acumulou R$ 162,75 bilhões em contribuições, um montante 16,3% superior em comparação ao mesmo período no ano passado. Os produtos de capitalização apresentaram alta de 4,8% na receita acumulada, em comparação ao mesmo período de 2023. Foram arrecadados R$ 28,66 bilhões de janeiro a novembro de 2024. Estes e outros dados estão detalhados no relatório Síntese Mensal de novembro, que pode ser acessado no site da Susep. Para consultar os dados da Autarquia de forma ainda mais dinâmica, acesse o Painel de Inteligência do Mercado de Seguros, o Painel Susep. Fonte: CQCS
- Seguros de pessoas cresceram mais de 17% no ano
Mais de R$ 60 bilhões foram arrecadados pelo setor em prêmios no período de janeiro a outubro de 2024 Ao longo dos 10 primeiros meses de 2024, os seguros de pessoas arrecadaram R$ 60,3 bilhões em prêmios, um crescimento de 17,6% na comparação com o mesmo intervalo do ano passado. É o que destaca estudo elaborado pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), com base nas informações da Superintendência de Seguros Privados (Susep). O estudo, que realiza uma análise detalhada por produto, demonstrou que 28% do total arrecadado foi em seguro Prestamista, seguido por 24% no seguro de Vida Individual e 22% no Vida em grupo. Os ramos com as maiores altas, na mesma base de comparação, foram o Vida individual (22,9%) e o Prestamista (22,5%), seguidas de perto pelo de Acidentes Pessoais (20,5%). No período de janeiro a outubro também foram pagos à população segurada R$ 13,4 bilhões em benefícios, que tiveram um crescimento de 6,3% quando comparado aos mesmos 10 meses de 2023. A análise por produto realizada nos sinistros pagos, revelou que 54% do total pago foi em seguro de Vida, sendo 9% na modalidade individual e 45% na coletiva. Outros 22% foram em seguro Prestamista e 11% referentes ao de Acidentes Pessoais. As maiores elevações foram observadas nos ramos Prestamista e Vida individual com, respectivamente, altas de 29,7% e 29,0%, sobre o mesmo intervalo do ano anterior. Em relatório apresentado recentemente pela Susep, dados do setor de seguros demonstram um crescimento da contratação de serviços pelos brasileiros em 2024, acumulando R$ 361 bilhões até outubro deste ano. Fonte: CQCS
- Novas regras do Governo devem elevar número de contratações do seguro
A recente Portaria 2.044/24 da PGFN estabelece novas regras para o uso do seguro garantia em execuções fiscais e negociações administrativas, com exigências específicas para aceitação, renovação e sinistros, incluindo a oferta via sistema “Regularize”. Simone Fraga, fundadora do Clube do Seguro Garantia e especialista em riscos financeiros, aponta que a possibilidade de oferta do produto para débitos ainda não inscritos na dívida ativa deve elevar o número de contratações de apólices. Segundo a Portaria PGFN 2.044/24, o seguro garantia deve cobrir débitos inscritos ou em vias de inscrição em dívida ativa da União ou do FGTS, aplicando-se a execuções fiscais e negociações administrativas. A norma também abrange débitos ainda não inscritos, desde que o tomador pretenda discutir judicialmente após o encerramento do contencioso administrativo ou renuncie à esfera administrativa. A apresentação e renovação do seguro devem ser realizadas via sistema “Regularize” para débitos não ajuizados ou diretamente na execução fiscal para os já judicializados. “A Portaria 2.044/24 moderniza e traz segurança tanto para União quanto para os contribuintes”, pontua Simone. “Um dos impactos positivos esperados será a simplificação na oferta de garantias, principalmente pelo fato da Portaria trazer a padronização de modelos de apólices, mas também pelo diálogo que houve com o setor de seguros durante a consulta pública”, acrescenta. A aceitação está condicionada a requisitos específicos na apólice, como a definição do objeto e o valor da garantia. Para execuções fiscais, o seguro deve cobrir o débito total, incluindo encargos e honorários, enquanto para negociações administrativas deve corresponder ao débito consolidado, sem descontos aplicáveis. A norma permite a aceitação de seguros em valor inferior ao débito apenas em casos autorizados por acordos específicos, embora isso não garanta certidão de regularidade fiscal e não impeça a cobrança do saldo devedor. O sinistro é caracterizado de forma imediata em execuções fiscais, enquanto nas negociações administrativas ocorre com a rescisão do acordo. O tomador que negociar débitos garantidos por seguro para execução fiscal deve substituí-lo por outro compatível para negociações administrativas, apresentando nova garantia no prazo de 30 dias úteis para análise pela PGFN. Segundo a especialista, também é destaque a possibilidade de oferta de seguro garantia para débitos ainda não inscritos na dívida ativa, o que elevará o número de contratações de apólices. Ela lembra ainda que, a partir da portaria, o produto terá maior abrangência, “fazendo com que seja, de fato, uma ferramenta de gestão de dívidas, e, ao mesmo tempo, considerando o embasamento legal já existente e experiência do mercado, uma segurança financeira para a União”. Fonte: CQCS
- Tokio Marine conquista a 1ª Edição do Prêmio Seguro Paulista na categoria de Apoio Operacional
No mês de dezembro, a Tokio Marine conquistou o Prêmio Seguro Paulista na categoria “Apoio Operacional”. A Coordenadora de Suporte e Operações, Rejane Sanchetta, recebeu o troféu em nome da Seguradora durante cerimônia de premiação ocorrida em São Paulo. A Companhia também foi finalista na categoria de “Vida Individual” com Marco Espinosa, Gerente Comercial Vida Massificados. Criado pelo Clube de Vida em Grupo de São Paulo (CVG-SP), o prêmio tem por finalidade, reconhecer o importante trabalho dos profissionais que atuam na linha de frente das Seguradoras no atendimento aos Corretores de Seguros em quatro categorias: Vida Individual, Vida em Grupo, Seguro Saúde e Apoio Operacional. Lançado em setembro, o Prêmio Seguro Paulista contou com a participação de 15 Seguradoras associadas ao CVG-SP, que indicaram 40 Colaboradores atuantes nos cargos participantes.
- Empresa diz que seguradoras devem gastar US$ 151 bilhões por ano com desastres naturaisPrevisão feita por empresa que trabalha com risco pode ser maior em anos com mais catástrofes
Previsão feita por empresa que trabalha com risco pode ser maior em anos com mais catástrofes As seguradoras no mundo deve gastar mais de US$ 151 bilhões por ano devido a catástrofes naturais e a cifra pode ser ainda maior em anos com mais desastres, de acordo com uma previsão de empresa de risco. Segundo a Verisk, a nova estimativa destaca os desafios das mudanças climáticas e da expansão urbana, com o setor de seguros vendo aumentar as reivindicações de propriedades devido a desastres naturais, o que elevou o custo da cobertura e fez com que as seguradoras recuassem de algumas áreas de risco. A Verisk, uma das grandes empresas de modelagem de risco cujos modelos são usados em todo o setor de seguros e resseguros, disse na terça-feira (3) que sua perda média esperada para o setor aumentou de patamar. O presidente da Verisk, Rob Newbold, disse que os últimos quatro anos, considerados difíceis para o setor, “não devem ser vistos como exceções”. “Nossos modelos mostram que a indústria de seguros deve estar preparada para experimentar perdas anuais totais seguradas de US$ 151 bilhões (R$ 844,2 bilhões) em média, e bem mais do que isso em anos de grandes perdas”, acrescentou. A cifra inclui perdas de safras; sem essas, a previsão é de US$ 119 bilhões (R$ 665,3 bilhões). Newbold comentou que a Verisk espera que a indústria possa usar a previsão para “se preparar para anos de grandes perdas e estar melhor posicionada para gerenciar esses anos desafiadores sem arriscar sua solvência.” A empresa disse que o aumento nas perdas tem vários fatores, destacando o impacto das mudanças climáticas, a elevação da exposição à medida que as populações crescem em áreas de risco e a inflação nos custos de reconstrução. A Verisk disse que “detectar o sinal” das mudanças climáticas no crescimento das perdas globais é desafiador, em parte devido a outros fatores nos dados, como a inflação variável e a variabilidade natural nos eventos climáticos. A companhia afirmou que as mudanças climáticas eram atualmente o fator menor no aumento das perdas, mas espera que esse impacto se torne mais significativo nas próximas décadas. “As mudanças climáticas afetam todos os perigos atmosféricos, incluindo ciclones tropicais, mas seu impacto é mais imediato e pronunciado em incêndios florestais, inundações e tempestades severas”, disse a Verisk em seu relatório. “Os efeitos sobre incêndios florestais e inundações são relativamente bem compreendidos, enquanto a relação com tempestades severas é cientificamente menos estabelecida.” A Verisk está trabalhando com cientistas para entender melhor o que estava por trás de um ano recorde para tempestades altas nos EUA em 2023. FONTE: https://cqcs.com.br
- Insegurança faz busca por seguros de celular crescer
Com a insegurança constante que os potiguares sofrem referente aos furtos e roubos de celulares, a adesão por seguros de aparelhos telefônicos se tornou uma necessidade. Diante da posição em que Natal ficou no que diz respeito a esse crime, que foi a 11ª, a defesa ao alcance das pessoas é aderir a um plano que cubra furtos e roubos de celulares. Os vendedores das operadoras de celular Claro e Vivo perceberam um aumento de vendas desse serviço no último ano. De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2024, Natal apresentou um número de 1.265,5 de roubos e furtos de celulares em 2023. Cinco posições depois encontra-se Parnamirim com 1,134,1. Mossoró fica na 47ª posição, com taxa de 769,2. Dessa forma, o Rio Grande do Norte tem três cidades no ranking das 50 cidades com maiores taxas de roubo e furto de celular. O vendedor-líder da Vivo, Bruno Leonardo, diz que a procura pelo serviço aumentou e que pode ter relação com a criminalidade registrada na cidade. Para ele, agora os clientes estão mais cientes da necessidade de pagar por um plano que cubra possíveis danos que o consumidor possa sofrer com roubo e furto qualificado. “Por mês estamos registrando de 40 a 50 planos vendidos na loja. Acho que é importante que o consumidor se atente a esses cuidados, porque às vezes ele compra um aparelho muito caro e no mesmo mês pode ser roubado ”, comenta Bruno. Bruno Leonardo relembra que presenciou uma situação em que o cliente fez a compra do aparelho, optou por não comprar um seguro, e cerca de um mês depois retornou para comprar um novo celular pois havia sido vítima de um roubo a mão armada. “Esse mês mesmo eu fiz a venda de um iPhone 14 e até insisti para o cliente comprar um seguro junto, mas ele não quis. Eu o alertei sobre os crimes que estão aumentando, mas não adiantou. Por isso sempre aviso aos clientes que é melhor se prevenir”, conta. O consultor de vendas da Claro, Felipe Alves, também percebeu uma maior adesão de seguros na loja. De acordo com ele, a procura tem ligação com o número de furtos e roubos que a cidade registrou em 2023. “Teve muito assalto no último ano e não só de celulares, de carros e motos também. Então, é comum que as pessoas se preocupem mais com a segurança atualmente”, conclui. Entre os planos mais vendidos da loja Vivo, está o intitulado com “proteção essencial” que cobre contra roubo e furto qualificado, por R$9,90. No entanto, o vendedor ressalta que os preços variam conforme o modelo e marca do celular. Neste caso, quanto mais caro o celular, mais caro o serviço fica e os planos podem chegar a R$150.Em casos de furto ou roubo, a cobertura do seguro pode garantir a reposição do aparelho ou uma indenização que permite ao usuário adquirir um novo dispositivo. Na loja Claro, no entanto, os planos são diferentes, pois só há um tipo que é o completo. Nele a cobertura é maior: roubo, furto, tela quebrada, líquido e pequenos danos. O valor desse seguro também varia de acordo com o tipo de aparelho, sendo o menor valor por R$25 e o maior por R$60. O consultor Felipe Alves enfatiza que com o seguro, o cliente pode ficar mais tranquilo em relação aos prejuízos que pode sofrer diante de perda ou roubo. FONTE: https://cqcs.com.br
- Seguro agrícola: indenizações sobem mais de 140% em SP no 1º semestre
As recentes queimadas que atingiram o interior de São Paulo, causando um prejuízo estimado em mais de R$ 1 bilhão, devem ter um impacto relativamente baixo sobre o mercado de seguro rural. É o que aponta a Federação Nacional de Seguros Gerais. De acordo com Fábio Damasceno, membro da comissão de seguro rural da FenSeg, as queimadas poderiam ter causado danos mais severos se tivessem afetado a colheita de inverno, já concluída. No estado paulista, a maior exposição para quem tem seguro agrícola, considerando dados do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), deverá ser com propriedades de cana-de-açúcar, que detêm 556 apólices contratadas, seguida pelo seguro pecuário (216), e o seguro florestal (90). Além de produções, o fogo atingiu também bens patrimoniais como garagens, colheitadeiras e plantadeiras. Segundo a FenSeg, embora ainda não seja possível contabilizar números exatos, pode-se dizer que a maioria dos sinistros acionados pelos segurados, desde o fim de semana, ocorreu na região central e noroeste de São Paulo, a partir de Ribeirão Preto. Apesar de os valores de indenização ainda não serem alarmantes, de acordo com a Federação, a quantidade de sinistros é considerada alta pelas seguradoras para o período de tempo – os primeiros focos de incêndio foram registrados na sexta-feira 23 de agosto. A expectativa é de que os acionamentos aumentem nos próximos dias. Seguradoras em alerta: aumento de indenizações no 1º semestre exige mudanças Além das ocorrências em São Paulo, incêndios vêm se espalhando nos últimos meses pela Amazônia, Pantanal e estados como Goiás e Minas Gerais. Cenário que reforça a percepção do mercado segurador de que será preciso redimensionar a exposição ao risco do seguro agrícola, que protege plantações de fenômenos meteorológicos. “O principal causador de perdas agrícolas, nos últimos dez anos, não é o incêndio. A seca sempre foi o maior risco. Incêndio nessas proporções foi a primeira vez”, destaca Fábio Damasceno, contextualizando que, até então, ocorrências como essas se mostravam mais danosas no seguro de equipamentos agrícolas e no seguro florestal, e menos no seguro agrícola. De acordo com o executivo, a avaliação e gestão de risco do seguro agrícola tem sido um desafio crescente, considerando que as mudanças climáticas estão provocando eventos extremos com frequência cada vez maior. “Estamos vivendo uma nova realidade climática que exige uma adaptação rápida e eficaz por parte das seguradoras para garantir a viabilidade das carteiras e proteger os produtores rurais. As mudanças estão impactando não apenas o perfil de risco, mas também a aptidão agrícola das regiões”, afirma ao Agro Estadão. Segundo dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), aos quais o Agro Estadão teve acesso com exclusividade, no primeiro semestre deste ano, em todo país o seguro agrícola arrecadou, R$ 2,2 bilhões, queda de 16,3% ante 2023, e as indenizações somaram R$ 1,8 bilhão, alta de 2,3% sobre o mesmo período do ano passado. No estado de São Paulo, a arrecadação atingiu R$ 338 milhões, recuo de 1,1%, e as indenizações, R$ 712,3 milhões, com alta de 146,3% sobre igual período de 2023. Ainda de acordo com o representante da FenSeg, a entidade está comprometida em monitorar a situação atual e coordenar esforços para garantir uma resposta eficaz aos sinistros, além de trabalhar na atualização dos modelos de risco e precificação para melhor atender às necessidades do setor agropecuário. FONTE: https://cqcs.com.br
- Suspeito tenta simular furto para acionar seguro e é preso
Um homem de 44 anos foi preso nessa quinta-feira (29) suspeito de simular o furto de uma Toyota Hilux para aplicar golpe em seguradora de veículos. A prisão ocorreu em Ribeirão Cascalheira (900 km a Leste) após a polícia verificar falhas no depoimento que o homem apresentava para registrar um boletim de ocorrência. O suspeito compareceu à delegacia para registrar um boletim de ocorrência do suposto furto de sua caminhonete avaliada em R$140 mil. Ao notar falhas no depoimento, a equipe iniciou investigações para apurar as informações. Durante o depoimento, o proprietário do veículo afirmou que o veículo havia sido furtado durante a madrugada em Ribeirão Cascalheira, mas os policiais descobriram que o veículo estava em Barra do Garças (509 km a Leste) desde domingo (25). Confrontado sobre o fato, o suspeito confessou que havia vendido o veículo pelo valor de R$90 mil e que estava registrando boletim de ocorrência para acionar o seguro, como se o veículo tivesse sido furtado. Ele foi autuado em flagrante pelo crime de estelionato. Segundo o delegado responsável pelas investigações, Diogo Jobane, ao tentar simular o furto, o suspeito incorreu no crime previsto no artigo 171, inciso 5º, § 2ª, do Código Penal, que prevê quem destrói total ou parcialmente ou oculta coisa própria com intuito de haver indenização com valor de seguro. “O investigado não precisava receber o valor do seguro, mas apenas ter a intenção de agir de forma a receber a indenização indevida, para caracterizar a consumação do crime de estelionato”, explicou o delegado. Diante das evidências, a seguradora vítima foi acionada sobre os fatos e manifestou o desejo de representar criminalmente contra o suspeito, uma vez que o crime de estelionato é de ação pública condicionada à representação. O investigado foi autuado em flagrante. FONTE: https://cqcs.com.br
- Busca por seguro para carros elétricos cresce 539%; será que tem diferença dos carros a combustão?
O mercado de eletrificados está em franca expansão no Brasil, assim como a procura por seguros para carros elétricos. De acordo com a Agger, o crescimento das vendas no setor, gerou um aumento na procura por seguros em mais de 539% no último ano. Procura por seguro de carros elétricos cresce mais de 500% Em julho de 2024 foram realizadas 88,2 mil cotações, ante 13,8 mil em julho de 2023. No primeiro semestre deste ano foram mais de 514 mil cálculos. Os modelos mais vendidos também são os mais cotados. Dolphin Mini, Dolphin EV e BYD Seal lideram o ranking dos carros mais procurados, com média de prêmio de R$ 2,4 mil, R$ 3,2 mil e R$ 5,3 mil, respectivamente. Os dados foram coletados pela Ager entre julho de 2023 e julho de 2024, período em que a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), registrou um um crescimento de 61% na venda de carros eletrificados. Perfil De acordo com a pesquisa, o público que procura seguro para carros elétricos vem se alterando durante o ano. Em julho de 2023 a média era do público com idade média de 50 anos. Já em julho deste ano, diminuiu para 45 anos. No ranking de estados, São Paulo lidera as cotações de eletrificados. E segundo no ranking está Minas Gerais, seguido de Santa Catarina. “Com a mudança de comportamento do consumidor, que está cada vez mais atento às questões sustentáveis, temos uma crescente adoção de veículos elétricos e, consequentemente, surge a necessidade de seguros específicos para esse tipo de veículo. As seguradoras estão se adaptando a esse cenário e desenvolvendo produtos que atendam às necessidades dos proprietários de veículos elétricos, como cobertura para baterias e recarga, além de considerar as características técnicas desses veículos na precificação dos seguros”, aponta Gabriel Ronacher, CEO da Agger. Seguro de carro elétrico é mais caro? A cobertura básica não é muito mais cara em relação a um carro a combustão com a mesma faixa de preço, no entanto, o valor da franquia em caso de sinistro é maior. Um dos carros elétricos mais vendidos do Brasil, o BYD Dolphin é cotado a partir de R$ 3.000,00. Valor semelhante ao do Toyota Corolla do mesmo ano – R$ 2.900. Lembrando que ambos são vendidos a pouco mais de R$ 150 mil. No entanto, o valor da franquia muda sensivelmente. Enquanto o modelo elétrico varia entre R$ 14 mil e 21 mil, do modelo a combustão não passa de R$ 13 mil. Além disso, é necessário avaliar as coberturas adicionais que aumentam ainda mais os custos com seguro, como guincho em caso da bateria descarregar, seguro para o cabo de alimentação, seguro para a bateria, entre outros. FONTE: https://cqcs.com.br
- Seguros devem ser vistos como investimento, não como despesa
Mais de 176 milhões de brasileiros não estão cobertos por qualquer tipo de seguro e quase 60% deles não estão tranquilos com essa situação. É o que aponta um levantamento da FGV. Entendendo a importância de seguros desde de vida a proteções específicas como para dispositivos eletrônicos, a Kovr Seguradora esteve presente na Expert XP 2024 para apresentar o portfólio de seguros voltados às necessidades de cada empresa. Para a seguradora, o evento também foi uma oportunidade de celebrar o faturamento de R$ 1,9 bilhão e a emissão de mais de 3,9 milhões de apólices em 2023. Para o CEO da Kovr, Thiago Leão de Moura, grande parte desse crescimento foi impulsionado por uma estratégia focada em inovação tecnológica e parcerias estratégicas no segmento B2B2C. Ou seja, produtos que são comercializados para empresas, que, por sua vez, vendem para aqueles que desejam estar protegidos diante dos imprevistos. “Personalização e tecnologia são as chaves para conquistar e fidelizar clientes em um mercado cada vez mais competitivo”, explicou o empresário. “Na Expert XP, buscamos demonstrar como essas chaves podem ser integradas diretamente nas operações das instituições, elevando o padrão de serviços oferecidos. Assim, queremos ser mais que uma fornecedora de seguros, uma parceira estratégica para o nosso público.” Durante o evento, Thiago Leão de Moura abordou um pouco mais sobre as soluções personalizadas e como elas funcionam e fazem a diferença para parceiros e clientes. O que são os seguros personalizados que a Kovr disponibiliza para as empresas? O objetivo da Kovr é oferecer, cada vez mais, produtos personalizados ao mercado. Desenvolvemos coberturas de seguros a quatro mãos, ou seja, suprimos demanda, não criamos. Na prática, os parceiros nos apresentam as dores de seus clientes e nós construímos, juntos, um seguro que faça sentido para essa necessidade. Chamamos esses produtos de “B2B2C”, ou seja, são soluções que a Kovr oferece para o mercado B2B (business to business), mas que são desenvolvidas para o uso direto dos clientes finais, no mercado B2C (business to consumer). Como funciona a parceria “white label” com outras empresas? Por meio das parcerias “white label”, a marca do nosso cliente é quem dá a assinatura final ao produto, o qual será disponibilizado em sua prateleira. Funciona assim: a empresa “X” chega à Kovr com uma demanda para lançar um produto de seguros para a sua base de clientes. Nós desenvolvemos juntos e implementamos em sua prateleira assinado com o nome deles, por exemplo, “Seguro X”. Além disso, temos como premissa uma abordagem full service: garantimos não só a solução, como todo o apoio na implementação, marketing, roupagem e olhar sistêmico sob a jornada da solução. Quem fica responsável pelos produtos? A marca parceira ou a Kovr? No modelo B2B2C, os seguros oferecidos e assinados na prateleira dos clientes são respaldados pela operação da seguradora. Ou seja, apesar do nome do cliente, toda a parte operacional e responsabilidade securitária é a Kovr. Somos uma seguradora com profissionais experientes no mercado de seguros. Isso nos dá tranquilidade para oferecer o melhor serviço aos segurados. Qual é a importância do mercado B2B2C na estratégia de crescimento da Kovr para 2024? A agilidade e senso de urgência guiam a operação da Kovr, priorizando o atendimento às necessidades do cliente e a customização das soluções frente a cada perfil de assegurado. Nesse sentido, a atuação com diferentes empresas do mercado nos permite colocar em prática nossa expertise e construir produtos que sejam realmente personalizados, de acordo com o perfil de cliente de cada empresa que nos contrata. Como a Kovr vê sua evolução nos próximos cinco anos, especialmente no setor financeiro? Em cinco anos, a Kovr deseja ser reconhecida como a empresa mais inovadora no setor de seguros, oferecendo soluções personalizadas e tecnológicas que realmente façam a diferença na vida de nossos parceiros e clientes. FONTE: https://cqcs.com.br
- Levítico Cast EP#04: Formação e Filosofia da Equipe da Levítico Corretora de Seguros
O quarto episódio do Levítico Cast foca na estrutura interna da Levítico Corretora de Seguros, destacando a formação da equipe, funções específicas e a filosofia da empresa. Filosofia e Valores da Empresa - **Atendimento ao Cliente**: - A prioridade é garantir a fidelidade e excelência no atendimento ao cliente que já contratou os serviços. - **Crescimento da Empresa**: - Investimento na estrutura e conforto para os funcionários é uma prioridade. - Reforço da estrutura administrativa para melhorar análises financeiras e serviço ao cliente. - **Compromisso com a Qualidade**: - A empresa é parabenizada por suas apólices bem feitas, que evitam custos adicionais em sinistros. Futuro e Investimentos - **Expansão**: - Planejamento para abrir um novo escritório e investir em serviços gratuitos para clientes. - **Visão**: - Continuação do foco no relacionamento com o cliente e oferta de serviços que agreguem valor sem comprometer a integridade financeira e profissional da empresa. Informações Principais Importância das Coberturas de Seguros - **Coberturas Adequadas**: - Os clientes às vezes solicitam coberturas menores para reduzir custos, mas é essencial argumentar a favor de coberturas mais abrangentes para melhor proteção. - **Negociação com Seguradoras**: - Intensiva negociação para garantir descontos em coberturas maiores e diminuir a probabilidade de ações judiciais. Processos de Renovação - **Foco na Qualidade**: - Identificação de erros e melhoria da qualidade do seguro durante a renovação. - Verificação de mudanças de perfil, como estado civil ou endereço, para assegurar a precisão do seguro. Atendimento ao Cliente - **Comunicação Contínua**: - Importância de manter o cliente informado sobre o status de reparos e peças de reposição. - Ferramentas como sites são usadas para acompanhamento do andamento dos reparos. Setorização e Formação Profissional - **Formação e Adaptação**: - Valorização da formação interna e adaptação das funções à personalidade do funcionário. - Setorização e formação são estratégias para melhorar o atendimento ao cliente. Cultura Organizacional - **Cuidado com Detalhes**: - Valorização de cada função, por menor que seja, com foco em assegurar uma experiência positiva para o cliente. Análise de Informações Importantes Serviços e Diferenciais - **Acompanhamento no Processo de Seguro**: - Comunicação constante com segurados e agilidade na substituição de peças difíceis e vistorias. Opiniões dos Funcionários - **Reconhecimento**: - Funcionários como Artur e Maria Clara destacam a importância de manter clientes informados e a análise rigorosa dos perfis para evitar perdas de direitos. Relatos de Experiências - **Desafios e Soluções**: - A equipe enfrenta problemas como cancelamentos e atrasos, mas se esforça para solucioná-los rapidamente e manter a satisfação do cliente. Conclusão O episódio destaca a dedicação da Levítico Corretora de Seguros em oferecer um atendimento minucioso e personalizado. A formação e filosofia da equipe são centrais para garantir a satisfação do cliente e a proteção de seus interesses, refletindo a cultura de cuidado e comprometimento da empresa. **Assista ao episódio completo aqui:** [Levítico Cast EP#04](https://www.youtube.com/watch?v=q7ykGh1sN20&t=22s)
- Seguro contra queimadas: veja as coberturas para casas, lavouras e carros destruídos
Seguros preveem cobertura em caso de incêndios, mas é preciso ficar atento às cláusulas contratuais As queimadas têm deixado um rastro de destruição em diversas cidades brasileiras. Para se ter uma ideia, foram registrados 1.886 focos de calor na última sexta-feira (23) em cidades do interior de São Paulo, que não costumam sofrer com queimadas em excesso. De acordo com o governo estadual, duas pessoas morreram e mais de 800 tiveram de deixar suas casas desde que os primeiros focos de incêndio foram detectados. As perdas materiais ainda não começaram a ser contabilizadas, mas para quem tem seguro, os prejuízos podem ser minimizados. “Buscar proteção contra riscos de queimadas em zonas rurais é algo que deve ser avaliado pelas pessoas e empresas que possuem propriedades próximos a essas regiões e essa proteção envolve algumas estratégias, tanto na prevenção quanto na proteção durante um incêndio”, comenta Julio Tenreiro, diretor da Korsa Riscos e Seguros. Casas Magda Truvilhano, vice-presidente da comissão de riscos patrimoniais massificados da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais), explica que os seguros de imóveis residenciais preveem a cobertura em caso de incêndio. “As seguradoras garantem incêndios de qualquer causa, independentemente do fogo ter iniciado dentro ou externamente ao imóvel, como estamos observando. Mas é importante que verificar as condições da seguradora, já que algumas situações específicas podem estar excluídas”, alerta Magda. Alexandre Papandrea, CEO da Segna Corretora de Seguros, uma empresa membro do Grupo A12+, reforça a importância de observar as condições e exclusões específicas da apólice. “Muitas apólices de seguro residencial incluem cobertura para danos causados por incêndio na cobertura básica, o que pode englobar queimadas. No entanto, é importante verificar se a apólice cobre especificamente incêndios causados por queimadas”, alerta Papandrea. Além disso, diz ele, algumas apólices podem ter exclusões ou limitações. “Por exemplo, se a queimadura for causada por uma atividade de queimadas não controlada ou por um incêndio de grandes proporções, a cobertura pode ser limitada”, explica ao comentar que, em áreas propensas a queimadas, pode haver requisitos adicionais ou condições especiais na apólice para garantir cobertura. “É importante revisar as condições gerais da apólice para entender as exigências e restrições.” Emerson Nagata, superintendente executivo de negócios e soluções em danos da Brasilseg, empresa da BB Seguros, comenta que o seguro residencial da companhia cobre danos causados por incêndios, incluindo aqueles originados por queimadas. “A cobertura para incêndio, queda de raio, explosão e fumaça faz parte da cobertura básica e obrigatória em nosso seguro residencial e não há custo adicional”, comenta Nagata. Ele ressalta que, com a atual onda de incêndios no interior de São Paulo, que tem colocado cidades em estado de alerta, a cobertura para incêndio, esse tipo de cobertura “oferece a proteção necessária para este tipo de evento”. Custo Papandrea comenta que o custo de um seguro residencial pode variar significativamente com base em vários fatores. “Se você vive em uma área com alto risco de queimadas, o custo da apólice tende a ser maior devido ao aumento do risco”, afirma. O valor da sua casa e do conteúdo também influencia o custo, pois uma maior cobertura pode ser necessária para propriedades de maior valor. Como acionar o seguro residencial Acionar o seguro residencial em caso de danos causados por incêndio envolve algumas ações importantes para garantir que você receba a assistência e o reembolso adequados. Veja: Assim que você perceber que houve um dano, entre em contato com sua corretora ou seguradora o mais rápido possível. Muitos seguros têm um prazo específico para a notificação de sinistros; Use o número de telefone, e-mail ou portal de sinistros indicado pela sua corretora ou seguradora. Muitas seguradoras oferecem opções para iniciar o processo online; Tire fotos detalhadas dos danos causados pelo incêndio. Inclua imagens de todos os aspectos afetados, como estrutura da casa, móveis e outros bens; Faça uma lista detalhada dos itens danificados ou destruídos. Inclua informações sobre o valor de substituição ou reparo, se possível; Preencha o formulário de sinistro fornecido pela seguradora. Esse formulário pode ser enviado por e-mail, pelo portal online ou pelo correio, conforme indicado; e Forneça todas as informações solicitadas, incluindo detalhes sobre a data e a causa do dano, bem como o relatório de qualquer autoridade que tenha registrado o evento, como bombeiros ou autoridades locais. “Seguindo esses passos resumidos, você pode facilitar o processo de acionamento do seguro e aumentar suas chances de um processo de sinistro mais rápido e eficiente. Se tiver dúvidas ou problemas durante o processo, não hesite em buscar assistência de um corretor de seguros”, aconselha. Auto Outra preocupação dos moradores das regiões atingidas pelo fogo é se o seguro do carro vai cobrir os danos causados aos veículos pelas queimadas. Richard Furck, CEO da H&H Corretora de Seguros, explica que, no caso de proximidade de queimadas, o veículo estaria coberto para o incêndio desde que não haja agravamento de risco do segurado. “Se o proprietário do veículo estacionou em um lugar seguro ou se passava por via pública e foi atingido pelo fogo, não há que se questionar. No entanto, se o carro ficou estacionado no meio de uma área de mata virgem, longe das vias públicas, a seguradora pode entender que houve um agravamento de riscos”, alerta. Furck comenta ainda que, além dos riscos do fogo das queimadas, o seguro também pode ajudar em casos muito comuns de acidentes ocasionados em estradas por conta da falta de visibilidade decorrente da fumaça oriunda das queimadas. “Recentemente houve diversos engavetamentos ocasionados por baixa visibilidade”, lembra. Rural No caso das plantações, existem seguros específicos que garantem perdas de lavouras por incêndios e muitos outros riscos possíveis, tais como: granizo, geada, chuvas em excesso, vendaval, seca prolongada, inundação, entre outros. “Desde que contratada a cobertura e que o sinistro não tenha sido causado por dolo do segurado ou seus prepostos, as plantações estarão cobertas pelo seguro”, diz Alexandre Cid, diretor comercial do Grupo A12+. “Os seguros agrícolas são extremamente relevantes para o produtor rural. Eles não apenas garantem a continuidade da produção em casos de adversidades, mas também beneficiam os fornecedores, que têm a segurança de receber os pagamentos pelos insumos fornecidos para o plantio. Assim, os seguros agrícolas promovem uma relação mais estável e segura entre todos os envolvidos na cadeia produtiva”, destaca Cid. Importante lembrar que o governo de São Paulo oferece R$ 100 milhões para produtores rurais afetados pelos incêndios de subvenção ao seguro rural. O limite, por produtor, é de R$25 mil e qualquer agricultor prejudicado pode acessar o crédito. A subvenção busca diminuir os impactos das perdas de produção, além de disponibilizar recursos para custeios emergenciais.












