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Resultados encontrados para busca vazia

  • Corretora investigada pode sofrer sanções caso irregularidades sejam comprovadas

    Conforme divulgado pelo CQCS, a Susep publicou, em 29 de maio, a Portaria COGER nº 22, que instaura um Processo Administrativo de Responsabilização (PAR) para apurar supostas irregularidades e possíveis condutas lesivas à Administração Pública atribuídas à CACTVS Corretora de Seguros S.A. Diante da repercussão do caso, o CQCS ouviu o advogado Dorival Alves para esclarecer quais penalidades poderão ser aplicadas caso as irregularidades sejam confirmadas, além dos possíveis desdobramentos para os corretores parceiros e os clientes da companhia. Dorival explica que o Processo Administrativo de Responsabilização (PAR) é um procedimento instaurado pela Administração Pública para investigar e apurar eventuais irregularidades praticadas por agentes públicos ou privados. “Podemos destacar que o PAR está ligado a atos de corrupção e irregularidades na administração pública”, detalha. Caso as irregularidades sejam comprovadas, a CACTVS Corretora de Seguros S.A. poderá estar sujeita às sanções previstas na legislação, incluindo aplicação de multas e outras penalidades financeiras. Entre as medidas possíveis estão ainda a suspensão de direitos, o impedimento de contratar ou manter relações com a Administração Pública por determinado período e a indisponibilidade de bens para garantir eventual ressarcimento ao erário. O advogado ressalta que, em situações que envolvam agentes públicos, também podem ser aplicadas sanções administrativas específicas, como demissão ou exoneração dos envolvidos. O advogado destaca ainda que os parceiros da CACTVS podem sentir reflexos do processo. Entre os possíveis impactos estão eventuais restrições ou suspensão de atividades da empresa, comprometimento dos negócios mantidos e até efeitos reputacionais para os corretores vinculados à marca. Além disso, dependendo da evolução das investigações, os profissionais poderão ser chamados a prestar esclarecimentos ou colaborar com a tramitação do processo. Em relação aos clientes, Dorival também analisa que os podem ser afetados. Entre os possíveis impactos estão alterações na operação da empresa, mudanças no atendimento e eventual necessidade de acompanhamento mais próximo da situação da corretora. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/corretora-investigada-pode-sofrer-sancoes-caso-irregularidades-sejam-comprovadas/?_gl=1*dtmdx6*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3ODExODQwODckbzE2JGcxJHQxNzgxMTg0MTA3JGo0MCRsMCRoMA..

  • Colapso de Eriksen renova debate sobre seguro de atletas

    O episódio protagonizado pelo meio-campista Christian Eriksen no amistoso entre Dinamarca e Ucrânia, no último domingo (7), reacendeu discussões no mercado financeiro sobre os riscos inerentes aos contratos de atletas de alto desempenho. Aos 34 anos, Eriksen desabou inanimado no gramado aos 66 minutos de jogo, repetindo o incidente de 2021 quando sofreu uma parada cardiorrespiratória. A rápida reação da equipe médica e a confirmação de que o jogador recuperou a consciência e saiu do estádio por conta própria, segundo a federação local, não eliminam as preocupações sobre a gestão de riscos biométricos no esporte e seus reflexos nas avaliações de mercado dos jogadores. O fato de Eriksen utilizar um marca-passo desde 2021 e ainda assim ter sofrido um novo colapso levanta dúvidas sobre a eficácia dos protocolos atuais e o impacto na precificação de apólices de seguro saúde para atletas profissionais. As seguradoras esportivas podem revisar suas taxas para jogadores com histórico cardíaco, o que altera o custo total de contratação para clubes e seleções. Especialistas apontam que a recorrência de eventos como este pode levar a uma segmentação mais rigorosa dos atletas nos balanços de riscos, afetando diretamente o valuation de equipes e ligas que dependem de jogadores-chave. Análise dos protocolos e impacto no mercado segurador Após o incidente, o médico da seleção dinamarquesa, Morten Boesen, afirmou que o marca-passo funcionou corretamente e que Eriksen ficou inconsciente apenas por breves instantes. O jogador foi encaminhado a um hospital para exames complementares. A transparência no diagnóstico é crucial para as seguradoras, que baseiam suas avaliações em laudos médicos e históricos clínicos. Empresas especializadas em seguros de atletas costumam utilizar modelos atuariais complexos que consideram fatores como idade, posição em campo, histórico de lesões e condições preexistentes. A ocorrência de dois colapsos cardíacos em cinco anos pode reclassificar Eriksen como um ativo de altíssimo risco, elevando substancialmente os prêmios de seguro para qualquer equipe que deseje contratá-lo. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/colapso-de-eriksen-renova-debate-sobre-seguro-atletas/?_gl=1*1pffx7i*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3ODEwMDI3OTIkbzE0JGcxJHQxNzgxMDAzMzM5JGoxMSRsMCRoMA..

  • Seguro-viagem para a Copa de 2026 pode custar de R$ 500 a R$ 2 mil; veja simulações

    Com jogos distribuídos entre Estados Unidos, Canadá e México, a Copa do Mundo de 2026 trará um desafio a mais para os brasileiros que pretendem acompanhar a competição de perto: escolher um seguro-viagem adequado para um roteiro internacional que pode envolver múltiplos destinos e custos médicos elevados. Especialistas do setor afirmam que o valor da apólice (contrato de seguro) varia principalmente de acordo com a idade do viajante, o tempo de permanência no exterior e o limite de cobertura médica contratado. As estimativas de custo do seguro para o torneio partem de cerca de R$ 500 para viagens mais curtas e podem ultrapassar R$ 2 mil em planos com coberturas mais amplas. Segundo Cláudia Brito, sócia-diretora comercial e de marketing da Coris, empresa que opera no setor, um seguro para acompanhar toda a competição durante 41 dias pode custar a partir de US$ 112 (R$ 570) em um plano com cobertura médica de US$ 30 mil (cerca de R$ 150 mil). Nos produtos com proteção ampliada, os valores podem chegar a US$ 406 (R$ 2.050) para cobertura de até US$ 1 milhão (R$ 5 milhões). Na Hero Seguros, outra empresa do ramo, uma simulação para um viajante de até 40 anos em um pacote de 15 dias com cobertura médica de US$ 150 mil (ou R$ 754 mil) custa em torno de R$ 494,15 — ou cerca de R$ 30 por dia para estar protegido nos três países-sede. De olho na demanda causada pelo famoso evento esportivo, a empresa lançou um produto exclusivo para a Copa do Mundo 2026, batizado de Rumo ao Hexa, com pacotes fechados de 15, 30 ou 45 dias e 20% de desconto sobre a tarifa de tabela. “Quando consideramos os custos médicos elevados dos Estados Unidos, esse é um investimento relativamente baixo para garantir suporte e tranquilidade durante a viagem”, diz Rafael Ortiz, diretor de produtos aéreos e terrestres da Voetur Viagens, agência brasileira focada em soluções de mobilidade e turismo. O que mais influecia no preço? Os especialistas apontam que a cobertura médica é um dos principais fatores de formação do preço, especialmente por causa dos custos de atendimento nos Estados Unidos. “Nos EUA, os custos hospitalares estão entre os mais altos do mundo. Recomendamos coberturas a partir de US$ 150 mil [R$ 754 mil]”, ressalta Luciana Volante, diretora da unidade de seguro-viagem da Hero. Brito faz avaliação semelhante. “Quando a viagem passa pelos EUA, o indicado é sempre contratar coberturas mais altas. Qualquer gripe pode ocasionar uma ida a um médico ou hospital, e o tratamento pode ultrapassar US$ 7 mil [R$ 35 mil]”, afirma. Segundo a executiva da Coris, por conta disso, as viagens que incluem apenas México e Canadá geralmente resultam em seguros mais baratos do que roteiros que passam pelos Estados Unidos. Quais coberturas são consideradas essenciais? A assistência médica continua sendo a principal cobertura recomendada. Também aparecem entre as prioridades: Cancelamento de viagem; Atraso de voo; Extravio de bagagem; Traslado médico; Regresso sanitário. Além dessas coberturas tradicionais, alguns produtos oferecem proteções específicas para grandes eventos, como reembolso de ingressos, proteção para celulares e notebooks, cobertura para roubo de bagagem durante deslocamentos urbanos e assistência em casos de perda de cartões de crédito. “Em um evento do porte da Copa do Mundo, o viajante deve priorizar uma cobertura adequada às suas necessidades, em vez de olhar apenas para o preço”, observa Ortiz. Os erros mais comuns na contratação Entre os principais erros cometidos pelos viajantes estão a contratação de coberturas médicas insuficientes, a ausência de proteção para cancelamento e a confiança exclusiva em seguros vinculados a cartões de crédito, segundo os especialistas consultados. Volante também alerta para a importância de verificar os limites de indenização e as condições de vigência da apólice antes da contratação. Também é preciso ter atenção às exclusões contratuais, especialmente para atividades esportivas e situações relacionadas à alimentação. “Às vezes, um simples jogo de futebol na praia é considerado esporte, e não lazer. É necessário observar o que o seguro cobre”, diz Brito. A executiva também recomenda verificar se a apólice prevê cobertura para intoxicação alimentar. “Quando a viagem envolve países que mudam muito a nossa rotina alimentar, é comum alterar toda a nossa flora, então deve ser observado se o seguro cobre ou não”, salienta. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/seguro-viagem-para-a-copa-de-2026-pode-custar-de-r-500-a-r-2-mil-veja-simulacoes/?_gl=1*16x12bx*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3ODA2NTU3NzUkbzEzJGcxJHQxNzgwNjU1ODc0JGo0MCRsMCRoMA..

  • Caso Taylor Swift mostra como seguros complementam acordos patrimoniais

    A possível assinatura de um acordo pré-nupcial bilionário entre Taylor Swift e Travis Kelce reacendeu um alerta que vai muito além do universo das celebridades: a importância da proteção patrimonial e o papel estratégico do mercado de seguros na preservação de grandes fortunas. De acordo com informações divulgadas pelo portal Veja, o casal estaria negociando cláusulas rigorosas antes do casamento previsto para julho, nos Estados Unidos, incluindo separação total de bens, confidencialidade e ausência de pensão em caso de separação. Mas, para especialistas do setor de seguros, acordos jurídicos representam apenas parte da estrutura necessária para proteger patrimônios milionários e bilionários. Taylor, cuja fortuna é estimada em mais de US$ 1 bilhão, construiu um império. Seu catálogo musical é considerado um dos ativos mais valiosos da indústria do entretenimento. Travis Kelce, por sua vez, acumula patrimônio estimado em cerca de US$ 90 milhões, impulsionado pela carreira esportiva, publicidade e investimentos. Para o delegado representante da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), Dorival Alves de Sousa, o caso internacional funciona como um retrato de uma tendência cada vez mais presente no Brasil. Segundo ele, grandes patrimônios costumam unir planejamento jurídico e soluções securitárias para criar estruturas mais robustas de proteção. “Especialistas em gestão patrimonial combinam instrumentos jurídicos com soluções de seguro para criar uma camada de proteção que preserve liquidez, continuidade de negócios e a integridade de ativos de alto valor”, explica. Na avaliação de Gustavo Bentes, presidente do Sincor-MG, acordos pré-nupciais e seguros exercem funções complementares dentro do planejamento patrimonial. “Acordos pré-nupciais falam quem fica com o quê. O seguro garante que o ‘quê’ ainda exista e tenha liquidez quando for preciso”, afirma. Segundo ele, o seguro atua como ferramenta estratégica justamente nos cenários que contratos jurídicos não conseguem evitar, como morte, invalidez, processos judiciais ou perdas patrimoniais inesperadas. “Um acordo pré-nupcial é o norte dos interesses das partes. O seguro é o garantidor e o protetor desses interesses. Um sem o outro deixa brechas”, ressalta Bentes. Na prática, isso significa proteger não apenas imóveis ou investimentos, mas também garantir estabilidade financeira em momentos críticos, continuidade empresarial e preservação patrimonial. Dorival destaca que uma das aplicações mais relevantes está na liquidez patrimonial. Segundo o delegado representante da Fenacor, apólices estruturadas podem disponibilizar recursos imediatos para custos sucessórios e tributários, evitando que famílias sejam obrigadas a vender bens estratégicos. “Esse uso já é recorrente em planejamentos sucessórios de famílias com ativos relevantes”, afirma. Gustavo reforça que seguros de vida com capitais elevados podem evitar impactos financeiros severos em casos de sucessão. “Se uma das partes falece, o inventário pode travar o patrimônio por meses ou anos. O seguro gera liquidez rápida para manutenção do padrão de vida ou pagamento de tributos sem necessidade de venda apressada de ativos”, explica. A lógica também se estende à continuidade dos negócios. Empresas familiares ou estruturas dependentes de executivos-chave podem utilizar seguros específicos para manter operações e processos sucessórios diante de eventos inesperados. Segundo Gustavo, o chamado seguro para acordo de sócios também ganha relevância em estruturas empresariais. “O capital da apólice pode ser utilizado para pagamento da parte dos herdeiros, preservando a continuidade da empresa e evitando conflitos societários”, contextualiza. Ao mesmo tempo, patrimônios exclusivos exigem proteções igualmente sofisticadas. “Imóveis de alto padrão, obras de arte, instrumentos musicais de valor e coleções exigem apólices ‘all risks’, avaliações periódicas e assistências customizadas”, destaca Dorival. Gustavo acrescenta que um dos maiores problemas envolvendo clientes de alta renda está justamente na defasagem entre o valor real dos bens e o valor segurado. “Coleções de arte, joias e artigos exclusivos podem se valorizar rapidamente. Sem revisões periódicas e avaliações especializadas, o cliente corre risco de sofrer prejuízos importantes em caso de sinistro”, alerta. O alerta é especialmente relevante porque muitos riscos permanecem fora do radar, inclusive entre grandes fortunas. Segundo Dorival, a subavaliação de bens exclusivos ainda é um problema recorrente. “Apólices padronizadas muitas vezes não cobrem o valor real de peças únicas”, afirma. Outro fator crescente envolve riscos digitais e exposição pública. Celebridades, empresários e executivos convivem cada vez mais com ameaças ligadas a vazamentos de dados, invasões e danos reputacionais. Para Dorival, “vulnerabilidades cibernéticas e de privacidade” passaram a exigir coberturas específicas e atenção constante. Gustavo destaca que os ataques cibernéticos contra pessoas físicas de alta renda vêm crescendo e já envolvem extorsões, vazamentos de dados sensíveis e danos reputacionais. “A apólice cyber para pessoas físicas pode cobrir resgates, gestão de crise e monitoramento de dark web”, pontua. O presidente do Sincor-MG também chama atenção para outros riscos frequentemente negligenciados, como responsabilidade civil familiar, invalidez permanente e danos a terceiros durante eventos privados. “O corretor deve ter um atendimento consultivo e personalizado, tanto para pessoas físicas quanto jurídicas. O cliente e seus riscos devem ser o foco, não produtos de prateleira”, afirma. Mas talvez a principal lição para o setor esteja no novo espaço que se abre para os profissionais de seguros. Segundo o representante da Fenacor, o cenário reforça uma mudança importante no mercado: o corretor deixa de ocupar apenas uma posição operacional e assume papel estratégico. “O corretor deixa de ser simples intermediário e passa a ser consultor de negócios”, ressalta. A recomendação inclui ampliar conhecimento em segmentos de alto valor, construir redes multidisciplinares e integrar soluções patrimoniais, sucessórias e de proteção. Para Dorival, essa evolução representa também um caminho de fortalecimento profissional. “Ao oferecer consultoria, o corretor deixa de competir por preço e passa a competir por valor agregado, conhecimento técnico e confiança”, conclui. Entre acordos bilionários, rumores de casamento e o universo de uma das maiores estrelas pop do mundo, uma mensagem fica clara para o mercado de seguros: proteger patrimônio nunca foi apenas sobre bens. E talvez a maior oportunidade para os corretores esteja justamente em mostrar isso aos clientes. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/caso-taylor-swift-mostra-como-seguros-complementam-acordos-patrimoniais/?_gl=1*1czil1z*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3ODAzOTY1OTckbzEyJGcxJHQxNzgwMzk2OTgzJGoyOCRsMCRoMA..

  • PRM4569

    13/05/2026 - Veículo já passou pela desmontagem das peças danificadas e dará início aos reparos. 19/05/2026 - Veículo segue na cabine de pintura junto ao parachoque novo que está sendo pintado também. 21/05/2026 - Veículo parado na oficina aguardando autorização de pequeno reparo no paralama dianteiro. 26/05/2026 - Veículo segue em reparação. 28/05/2026 - Na data atual, veículo está parado aguardando mais peças.

  • RBP4A47

    07/05/2026 - Veículo na oficina. Iniciaram a desmontagem das peças danificadas e estão aguardando chegada das peças novas para iniciar os reparos. 12/05/2026 - Peças novas estão chegando e foi dado início aos reparos. 14/05/2026 - Veículo aguardando peças. 19/05/2026 - Reparos em andamento, veículo em preparação. 21/05/2026 - Veículo segue em reparação. 26/05/2026 - Veículo em preparação para seguir para pintura. 28/05/2026 - Veículo já passou pela pintura e está em montagem e acabamentos finais.

  • Procura por seguro de joias cresce em meio à alta dos roubos de alianças em São Paulo

    A procura por seguro de joias tem aumentado no Brasil em meio ao crescimento dos roubos de alianças, relógios e outros itens de valor em grandes centros urbanos. A avaliação é da Howden Brasil, filial da corretora global especializada em seguros de alta complexidade. O movimento ocorre em meio ao aumento dos roubos de alianças, relógios e joias registrados em grandes centros urbanos como São Paulo, onde foram contabilizados 11 casos por dia apenas no primeiro trimestre deste ano, segundo dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP). De acordo com Ricardo Minc, diretor de Esportes, Mídia e Entretenimento da Howden Brasil, o perfil de quem busca esse tipo de cobertura também mudou nos últimos anos. “Percebemos que a procura deixou de ser exclusiva de grandes colecionadores. Hoje, há um aumento real de clientes que desejam proteger itens de uso diário, como alianças de casamento e relógios, que possuem valor financeiro e emocional”, explica. Para muitas pessoas, a dúvida é se o seguro residencial já não seria suficiente para garantir a proteção desses bens. No entanto, Minc esclarece que joias e relógios normalmente possuem restrições relevantes nas apólices residenciais tradicionais. Em muitos casos, há exclusão total para esse tipo de bem ou limites bastante reduzidos, geralmente vinculados apenas à cobertura de roubo ou furto qualificado dentro da residência. O mercado brasileiro ainda é considerado pouco desenvolvido quando comparado aos Estados Unidos e à Europa, onde existem seguradoras especializadas exclusivamente nesse segmento. Como alternativa, o mercado especializado trabalha com o modelo “Jewelry Insurance”, que opera no formato “all risks” (todos os riscos). Segundo Minc, a proposta é aproximar o mercado brasileiro de um padrão já consolidado nos Estados Unidos, focado no uso real do bem e não apenas na proteção da residência. Essa modalidade oferece cobertura dentro e fora de casa, em eventos e viagens internacionais, protegendo não apenas contra roubo, mas também contra danos acidentais, quebra e perda de pedras preciosas. Em termos práticos, a cobertura permanece válida em qualquer lugar do mundo enquanto a joia está sendo utilizada. Segundo Minc, esse é um diferencial relevante em um momento em que relatos de roubos envolvendo turistas brasileiros em grandes capitais internacionais têm se tornado mais recorrentes. Quando as peças não estão sendo utilizadas, a regra geral é que fiquem guardadas em um local trancado, sem obrigatoriedade de cofre para a maioria das situações. A exigência do cofre ocorre prioritariamente em hotéis, onde é necessário utilizar o equipamento do quarto ou da recepção sempre que disponível. A flexibilidade também se estende à contratação, pois mesmo peças herdadas de família ou sem nota fiscal podem ser protegidas. Nesses casos, o processo é viabilizado por meio de fotos, descrições detalhadas e laudos de avaliação, o que garante um valor de reposição justo em caso de sinistro. Para Ricardo Minc, o ponto central é ampliar o conhecimento sobre as novas modalidades do mercado. “O desafio é mostrar que o seguro de joias não é algo burocrático ou inacessível, mas uma ferramenta para que as pessoas possam usar seus bens no dia a dia com mais tranquilidade em diferentes ambientes”, finaliza. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/procura-por-seguro-de-joias-cresce-em-meio-a-alta-dos-roubos-de-aliancas-em-sao-paulo/?_gl=1*1hlrsvk*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3Nzk5NjgxNzkkbzExJGcwJHQxNzc5OTY4MTc5JGo2MCRsMCRoMA..

  • Seguro de vida para idosos vale a pena? Veja quanto custa contratar após os 60 anos

    A expectativa de vida do brasileiro chegou a 76,6 anos em média, a maior já registrada no país, segundo os dados mais recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgados em novembro de 2025. O avanço da longevidade amplia o interesse por planejamento financeiro e proteção patrimonial na terceira idade, mas também levanta dúvidas: até que idade ainda é possível contratar um seguro de vida no Brasil e quanto isso custa? Na prática, não existe um limite máximo definido por lei para contratação de seguro de vida. Segundo a Susep (Superintendência de Seguros Privados), órgão federal que regulariza e fiscaliza o setor, cabe às seguradoras decidir quais riscos aceitam assumir e quais critérios utilizarão para calcular os preços das apólices (contratos de seguros). A Susep diz que é muito comum que o custo do seguro aumente conforme a idade do segurado. É o que ocorre na prática. Simulações feitas pela FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida) a pedido do InfoMoney mostram como o preço do seguro avança com a idade. Para uma cobertura de R$ 100 mil por morte em um seguro do tipo repartição simples (modelo em que o valor pago sobe conforme o envelhecimento e não há reserva individual) o prêmio (valor pago para contratar o seguro) mensal fica em: R$ 200,18 aos 60 anos R$ 336,78 aos 65 anos R$ 533,46 aos 70 anos R$ 786,11 aos 75 anos Isso significa que o custo mensal aos 75 anos é cerca de 294% maior do que aos 60. Já no modelo capitalizado, em que o segurado paga um valor mais elevado desde o início, mas sem reajuste por faixa etária, e com formação de reserva individual, os valores simulados foram: R$ 358,64 aos 60 anos R$ 436,18 aos 65 anos R$ 522,11 aos 70 anos R$ 673,41 aos 75 anos Nesse caso, a diferença entre 60 e 75 anos fica próxima de 88%. Segundo Nelson Emiliano, presidente da comissão atuarial da FenaPrevi e diretor técnico atuarial da MAG Seguros, o modelo mais vantajoso depende do momento em que a pessoa decide contratar a proteção. “Se a pessoa contratar o seguro de vida já em idade avançada, é mais vantajoso optar pelo modelo de repartição simples, pois o seguro capitalizado vai acabar saindo mais caro, devido à forma como o prêmio é nivelado para toda a expectativa de vida restante”, afirma. Ele ressalta que o preço também varia conforme o capital segurado (valor máximo que a seguradora se compromete a pagar em caso de sinistro, como acidentes, doenças ou falecimento), o estado de saúde do cliente, o histórico médico e as coberturas adicionais escolhidas. No mercado, a maior parte das seguradoras aceita novos clientes até os 75 anos, embora existam produtos específicos que chegam a permitir entrada até os 85 anos, dependendo das condições de saúde e do perfil do consumidor. Em modalidades como seguro funeral, cobertura para doenças graves e acidentes pessoais, os limites costumam ser menores e frequentemente ficam em torno dos 70 anos. O principal motivo para a alta nos preços está no aumento do risco de morte ao longo do envelhecimento. Para calcular esse risco, as seguradoras utilizam tábuas biométricas e modelos atuariais que estimam a expectativa de sobrevida do segurado. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/seguro-de-vida-para-idosos-vale-a-pena-veja-quanto-custa-contratar-apos-os-60-anos/?_gl=1*lseh5t*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3Nzk4MDEwNDQkbzgkZzEkdDE3Nzk4MDEwNTAkajU0JGwwJGgw

  • TGK8F91

    26/05/2026 - Veículo já passou pela desmontagem das peças danificadas e segue nos reparos.

  • Conflitos globais elevam papel estratégico do seguro de crédito à exportação para empresas brasileiras

    A intensificação dos conflitos internacionais ao longo de 2025 — com destaque para o Oriente Médio e o aumento das tensões geopolíticas, além da reviravolta nas políticas tarifárias dos EUA — tem ampliado os riscos no comércio global e pressionado as cadeias de exportação. Para empresas brasileiras com atuação no exterior, esse ambiente reforça a importância de instrumentos capazes de mitigar incertezas e garantir a continuidade das operações. Dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) mostram que esse cenário tem impulsionado a demanda por proteção nas transações internacionais. Em 2025, o Seguro de Crédito à Exportação (SCE) emitiu R$ 161,6 milhões em prêmios, alta de 45,3% em relação ao ano anterior. As indenizações pagas somaram R$ 37,7 milhões — um avanço de 105,9% — refletindo o aumento da materialização de riscos nas operações externas. Para Daniel Nobre, integrante da Comissão de Crédito e Garantia da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), o avanço das indenizações está diretamente ligado ao ambiente internacional mais volátil. “Choques comerciais e geopolíticos afetam cadeias produtivas, custos logísticos e a competitividade dos países. No fim do ciclo, isso se traduz em maior risco de inadimplência nas operações de exportação”, afirma. Embora o seguro de crédito não cubra diretamente eventos como guerras, ele protege contra seus efeitos econômicos sobre a capacidade de pagamento dos compradores no exterior. “Sanções, restrições logísticas, oscilações cambiais e mudanças tarifárias impactam o fluxo de caixa das empresas. É nesse contexto que o seguro atua, garantindo previsibilidade e reduzindo a exposição ao risco nas exportações”, explica. Além da proteção financeira, o instrumento também exerce papel preventivo. Com base em inteligência global de dados, as seguradoras monitoram continuamente a saúde financeira dos compradores internacionais, permitindo ajustes de limites de crédito e decisões mais seguras na concessão de prazos comerciais. “O exportador passa a operar com uma visão mais qualificada do risco, evitando perdas relevantes e ampliando sua capacidade de atuação em mercados externos”, destaca Nobre. O seguro de crédito à exportação também viabiliza a expansão dos negócios. Ao transferir o risco de inadimplência para a seguradora, as empresas conseguem oferecer condições comerciais mais competitivas e acessar novos mercados com maior segurança. “O instrumento permite que o exportador cresça com confiança, sem restringir suas vendas por excesso de prudência diante de um ambiente internacional incerto”, afirma. Outro ponto crítico, muitas vezes subestimado pelo exportador, está nos desafios jurídicos e operacionais para recuperar créditos no exterior em caso de inadimplência — especialmente em um contexto de mudanças abruptas nas regras comerciais. Episódios recentes, como a elevação de tarifas de importação pelos Estados Unidos e sua posterior reversão por decisão da Suprema Corte norte-americana, ilustram como choques inesperados podem gerar volatilidade e pressionar toda a cadeia de negócios. De um lado, importadores passam a ter dificuldade de absorver aumentos imediatos de custos; de outro, exportadores podem perder competitividade ao não conseguirem sustentar seus preços finais. Em cadeias de produção cada vez mais integradas globalmente, ajustes para mitigar esses impactos raramente ocorrem na mesma velocidade com que os choques se materializam. O resultado são fricções que podem levar à ruptura de fluxos comerciais e ao aumento do risco de inadimplência. Quando isso ocorre, o exportador se vê diante de um desafio adicional: recuperar o crédito em outra jurisdição, com regras e práticas muitas vezes desconhecidas. Como destaca Nobre, a execução de um devedor costuma ocorrer no país de domicílio do importador, onde as regras de proteção ao credor internacional podem variar significativamente. “Em muitos casos, há um viés das cortes locais favorável à empresa do próprio país, o que aumenta a complexidade e o custo de recuperação do crédito para o exportador brasileiro”, observa. Nesse contexto, o seguro de crédito agrega uma camada adicional de proteção: ao indenizar o segurado, a seguradora assume a condução da cobrança e os riscos da eventual execução da dívida, contando com estrutura e presença internacional. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/conflitos-globais-elevam-papel-estrategico-do-seguro-de-credito-a-exportacao-para-empresas-brasileiras/?_gl=1*7kyjj9*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3NzkzNjAyMjIkbzUkZzEkdDE3NzkzNjAyNzMkajkkbDAkaDA.

  • Novas regras do Minha Casa, Minha Vida fortalecem mercado de seguro habitacional

    O avanço do programa Minha Casa, Minha Vida já começa a refletir diretamente no crescimento do seguro habitacional no Brasil. Com novas regras em vigor desde abril de 2026 e expansão do crédito imobiliário, o segmento arrecadou R$ 1,4 bilhão no primeiro bimestre do ano, alta de 11,3% em comparação ao mesmo período de 2025, segundo dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). O movimento acompanha a ampliação do acesso ao financiamento imobiliário e reforça a importância do seguro habitacional dentro da cadeia de crédito e proteção patrimonial. Obrigatório nos contratos financiados, o produto funciona como garantia financeira tanto para famílias quanto para instituições financeiras em situações como morte, invalidez permanente e danos físicos ao imóvel. De acordo com Elaine Fraqueta, presidente da Comissão de Habitacional da Federação Nacional das Seguradoras, o crescimento do segmento está diretamente ligado ao aquecimento do mercado imobiliário brasileiro. “O desempenho do segmento acompanha o aumento da contratação de crédito imobiliário no País e a ampliação do alcance do programa habitacional federal”, afirmou. As novas regras do Minha Casa, Minha Vida ampliaram o acesso ao financiamento imobiliário ao elevar a renda elegível para até R$ 13 mil mensais e permitir imóveis de até R$ 600 mil, movimento reforçado pelo orçamento de R$ 144,5 bilhões aprovado pelo FGTS para habitação em 2026, o que deve impulsionar tanto o mercado imobiliário quanto a contratação de seguros habitacionais. De acordo com a representante da Fenseg “O cenário reforça o papel do seguro habitacional dentro da cadeia imobiliária brasileira, atuando como mecanismo de proteção patrimonial e segurança financeira em um momento de retomada do mercado de habitação no País”, conclui. A projeção da CNseg é que o seguro habitacional encerre 2026 com crescimento de 12,8%, impulsionado principalmente pela ampliação do crédito com recursos do FGTS e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). O governo federal também mantém a meta de contratar 2 milhões de moradias até o fim de 2026 dentro do Minha Casa, Minha Vida. Com o avanço do mercado imobiliário, o seguro habitacional ganha força como proteção financeira e oportunidade de expansão para seguradoras e corretores. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/novas-regras-do-minha-casa-minha-vida-fortalecem-mercado-de-seguro-habitacional/?_gl=1*7tw3q4*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3NzkxOTE1NjIkbzQkZzEkdDE3NzkxOTE1NzMkajQ5JGwwJGgw

  • SDG8D98

    16/04/2026 - Veículo chegou na oficina e será feito a desmontagem das peças danificadas. 22/04/2026 - Iniciando preparação. 23/04/2026 - Veículo em preparação para pintura. 28/04/2026 - Finalizando preparação para seguir para a cabine de pintura. 30/04/2026 - Veículo na porta da cabine de pintura aguardando para iniciar. 05/05/2026 - Pintura sendo realizada na lateral e porta. 12/05/2026 - Veículo em fase de montagem e acabamentos finais. 14/05/2026 - Veículo está na cabine de polimento.

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