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Resultados encontrados para busca vazia

  • PRX3147

    10/06/2026 - Veículo na oficina, sendo feita a desmontagem das peças danificadas. 15/06/2026 - Foi feito uma vistoria complementar nessa data para solicitação de peças complementares. 17/06/2026 - Vistoria complementar autorizada e veículo segue aguardando peças solicitadas chegaram. 22/06/2026 - Aguardando peças. 25/06/2026 - Peças complementares com precisao para chegar em 26/06, chegando só finalizar a montagem.

  • Prazo se encerra: transportadoras têm até 30 de junho para atualizar seguros obrigatórios

    Até 30 de junho de 2026 (HOJE), as seguradoras devem realizar testes de integração e validação do envio automatizado de informações à ANTT sobre os seguros obrigatórios: Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga (RCTR-C), Responsabilidade Civil por Desaparecimento de Carga (RC-DC) e Responsabilidade Civil de Veículo (RC-V). A partir de 1º de julho de 2026, o envio dessas informações deverá ocorrer de forma operacional e contínua, garantindo que todos os transportadores cumpram a obrigatoriedade legal e que os dados transmitidos estejam corretos e atualizados. Caso eles não estejam ativos ou informados no sistema, o transportador está suscetível à penalidades. Rogerio Bruch, CEO do Grupo Fetra, explica que o maior desafio enfrentado pelas transportadoras é garantir a conformidade integral das apólices exigidas pela legislação antes do início do efeito da fiscalização eletrônica. “Muitas transportadoras ainda precisam revisar contratos antigos, adequar coberturas às exigências da Lei nº 14.599/2023 e assegurar que todas as informações transmitidas pelas seguradoras estejam consistentes com os dados registrados na ANTT”, detalha. “Além da contratação do seguro, será fundamental manter os dados permanentemente atualizados, pois qualquer divergência poderá ser identificada automaticamente pelos sistemas de fiscalização”, complementa Bruch. De acordo com o especialista, a integração entre seguradoras e a ANTT vai permitir uma fiscalização mais eficiente e praticamente em tempo real. A ausência dos seguros obrigatórios, a contratação inadequada ou inconsistências nas informações poderão gerar autuações administrativas, multas e outras sanções previstas na legislação aplicável. Além das penalidades regulatórias, a transportadora também assume um risco financeiro significativo, pois poderá responder diretamente por prejuízos que deveriam estar cobertos pelo seguro. Neste contexto, o corretor de seguros deixa de exercer apenas a função comercial e passa a atuar como consultor de gestão de riscos e conformidade regulatória. Bruch observa que cabe ao corretor revisar toda a estrutura securitária da transportadora, verificar se as coberturas obrigatórias atendem à legislação vigente, identificar eventuais lacunas e orientar quanto à correta emissão das apólices. “Também é essencial acompanhar alterações operacionais da empresa, como mudanças na frota, nas operações ou no perfil dos embarques, garantindo que o programa de seguros permaneça sempre adequado”, complementa o CEO da Fetra. Para Bruch, “quem atuar de forma técnica, preventiva e estratégica deixará de disputar preço para entregar valor, aumentando a fidelização dos clientes e ampliando oportunidades de novos negócios“. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA:https://cqcs.com.br/noticia/prazo-se-encerra-transportadoras-tem-ate-30-de-junho-para-atualizar-seguros-obrigatorios/?_gl=1*mp2ggv*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3ODI4MTkwMjIkbzIxJGcwJHQxNzgyODE5MDIyJGo2MCRsMCRoMA..

  • TGK2H35

    11/06/2026 - Veículo já na oficina fazendo a desmontagem das peças danificadas para iniciar os reparos. 16/06/2026 - Foi iniciado os reparos, nova tampa traseira está sendo pintada. 24/06/2026 - Veículo aguardando chegada da lanterna que foi enviada incorreta, ao chegar só finalizar a montagem. 25/06/2026 - Lanterna chegou, foi montada e veículo foi finalizado.

  • SCA3J76

    05/06/2026 - Veículo está na oficina aguardando resultado da vistoria. 10/06/2026 - Reparo autorizado e já iniciado, porém aguardando peças. 12/06/2026 - Veículo aguardando peças. 17/06/2026 - Veículo foi preparado e está na fila para entrar na cabine de pintura. 22/06/2026 - Veículo iniciará montagem porém foi solicitado complemento para peças de suspensão. 25/06/2026 - Peças complementares foram autorizadas, aguardando chegarem para finalizar a montagem.

  • Seguradoras cobram do governo alternativas para fortalecer seguro rural

    A Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg) solicitou uma reunião com o Ministério da Agricultura para discutir os impactos do cancelamento de recursos do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). A Comissão de Seguro Rural da entidade quer reforçar as preocupações do mercado em relação à previsibilidade da principal política pública de apoio à contratação de seguro rural no país. Nessa semana, o governo oficializou o cancelamento de R$ 56,3 milhões. Recentemente, outros R$ 461,7 milhões haviam sido bloqueados. A avaliação é que, embora de menor magnitude, a nova redução orçamentária reforça a imprevisibilidade do programa e seus efeitos no planejamento de produtores rurais, seguradoras e demais agentes envolvidos na operação do seguro rural. Daniel Nascimento, presidente da Comissão de Seguro Rural da FenSeg, disse que a preocupação do setor vai além do impacto imediato do novo bloqueio. “A principal preocupação não está apenas no valor do contingenciamento, mas na repetição de um cenário de incerteza que dificulta o planejamento de longo prazo. O seguro rural depende de previsibilidade para cumprir plenamente seu papel de instrumento de gestão de riscos. Sem ela, produtores e seguradoras perdem capacidade de planejamento justamente em um momento em que os desafios climáticos exigem mais proteção e não menos”, afirmou, em nota enviada à reportagem. Na reunião solicitada ao Ministério da Agricultura, a FenSeg pretende apresentar os impactos que a falta de previsibilidade orçamentária tem causado ao mercado e discutir alternativas capazes de fortalecer a política de seguro rural no país. Na avaliação da entidade, a sucessão de contingenciamentos torna ainda mais relevante o avanço do projeto de lei 2.951/2024, da senadora Tereza Cristina (PP-MS), que muda o marco legal do setor e cria condições para maior estabilidade e previsibilidade da política pública de subvenção. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA:https://cqcs.com.br/noticia/seguradoras-cobram-do-governo-alternativas-para-fortalecer-seguro-rural/?_gl=1*1vgiaub*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3ODIzODYzODMkbzIwJGcxJHQxNzgyMzg2Mzk2JGo0NyRsMCRoMA..

  • Projeto muda regras para seguro de veículos

    O deputado Geraldo Resende (UNIÃO/MS) apresentou projeto de lei que revoga dispositivos do Código Civil e do Decreto-Lei 73/66 para tornar obrigatório o fornecimento, pelas seguradoras, de um veículo reserva ao terceiro prejudicado em acidente de trânsito. Segundo o texto da proposta, nos contratos de seguro de dano automotivo que compreendam cobertura de responsabilidade civil, em caso de acidente em que seja comprovada a responsabilidade do segurado, a seguradora será obrigada a fornecer veículo reserva ao terceiro prejudicado. Esse veículo reserva deverá ser disponibilizado em até cinco dias úteis, contados da comunicação do sinistro à seguradora pelo segurado, e permanecerá à disposição do terceiro prejudicado enquanto não for concluída a reparação ou substituição do veículo sinistrado. Além disso, o veículo reserva terá que ser compatível com a categoria do veículo danificado. O autor do projeto lembra que, atualmente, a disponibilização de veículo reserva pelas seguradoras é, em regra, restrita ao segurado e condicionada à contratação de cobertura específica. Em contrapartida, o terceiro prejudicado – muitas vezes a verdadeira vítima do evento danoso – permanece desamparado, suportando sozinho os impactos decorrentes da impossibilidade de utilização de seu veículo durante o período necessário para reparo ou indenização. “Essa situação revela evidente desequilíbrio nas relações securitárias. Afinal, aquele que não contribuiu para a ocorrência do acidente acaba arcando com prejuízos significativos, que extrapolam o mero dano material ao veículo”, pontua o deputado. Ele acrescenta ainda que a privação do meio de transporte pode comprometer atividades profissionais, tratamentos de saúde, compromissos familiares e demais necessidades cotidianas, gerando transtornos que poderiam ser mitigados por uma atuação mais eficiente e socialmente responsável das seguradoras. “A proposta busca concretizar o princípio da reparação integral do dano, amplamente reconhecido pelo ordenamento jurídico brasileiro, segundo o qual a vítima deve ser colocada, tanto quanto possível, na situação em que se encontrava antes da ocorrência do evento lesivo”, frisa o parlamentar. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA:https://cqcs.com.br/noticia/projeto-muda-regras-para-seguro-de-veiculos/?_gl=1*1ubwdiz*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3ODIyMTE2ODAkbzE5JGcwJHQxNzgyMjExNjgwJGo2MCRsMCRoMA..

  • Influenciadora sofre tentativa de golpe e é orientada por sua corretora sobre cobertura

    A influenciadora Amanda Magalhães compartilhou em uma rede social uma situação que enfrentou: ao acionar o alarme do carro com a chave, teve dificuldades. Ao contatar a corretora responsável pelo seguro do veículo, ela descobriu um novo tipo de golpe: o bloqueador de sinal. Em razão disso, o CQCS conversou Luccas Queiroz, da Nomminal Seguros, para entender mais sobre a situação e se o seguro cobriria em caso de furtos ou roubos. O especialista explica que o bloqueador ou inibidor de sinal usado no golpe, conhecido como golpe do Chapolin, é um aparelho que emite radiofrequência e bloqueia o comando da chave. “Quando o motorista aperta o botão para travar, o carro não fecha, mas a pessoa ouve o bip e acredita que trancou. Isso é completamente diferente do rastreador ou bloqueador antifurto que o próprio cliente instala no veículo”, detalha. Em regra, caso criminosos utilizem inibidor de sinal para interferir ou clonar a chave, o seguro pode cobrir furto ou roubo. No entanto, Queiroz analisa uma ressalva técnica que precisa ser bem compreendida. “A cobertura não depende de ferramenta que o criminoso usou e, sim, de duas coisas: a cobertura efetivamente contratada e o enquadramento legal do evento”, destaca. O ponto mais crítico para o especialista é que a apólice compreensiva (casco) cobre, classicamente, roubo (com violência ou grave ameaça) e furto qualificado (com rompimento de obstáculo, fraude ou chave falsa). “O furto simples, sem violência e sem arrombamento, em geral não está coberto nas apólices padrão. Como nesse golpe o carro é levado destrancado e sem sinal visível de arrombamento, há o risco de a seguradora tentar enquadrar o caso como furto simples”, observa Queiroz. No entanto, em sua perspectiva, o especialista acredita que o uso da fraude eletrônica para burlar o sistema de segurança caracteriza furto qualificado mediante fraude, o que garante a cobertura. “Se o segurado se afasta do veículo sem conferir o travamento, confiando apenas no bip, a seguradora pode discutir o nexo entre a conduta e o resultado”, analisa. “É justamente por isso que insisto tanto na orientação de hábitos: conferir visualmente o travamento e puxar a maçaneta antes de se afastar”, acrescenta. O inibidor utilizado pelos criminosos não é algo que o cliente instale ou registre. Mas, o rastreador ou bloqueador antifurto instalado pelo próprio segurado deve ser declarado à seguradora, orientado pelo corretor. “Todo equipamento de proteção (rastreador, bloqueador ou alarme) precisa constar no questionário de avaliação de risco”, disse Luccas. Nesse contexto, o corretor de seguros desempenha papel fundamental: ele orienta o cliente sobre a necessidade de informar os dispositivos de proteção, garante que a apólice esteja atualizada e ajuda a evitar problemas de cobertura em caso de sinistro. A influenciadora Amanda Magalhães contou, ao CQCS, que foi devidamente informada e ficou mais tranquila caso a situação aconteça mais uma vez no futuro. Este episódio mudou a percepção sobre segurança de veículos e tecnologia de chaves. De acordo com a criadora de conteúdo, “agora sempre dou um duplo check antes de deixar o carro estacionado em qualquer lugar”. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/influenciadora-sofre-tentativa-de-golpe-e-e-orientada-por-sua-corretora-sobre-cobertura/?_gl=1*11krg10*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3ODE3ODg0NTYkbzE4JGcxJHQxNzgxNzg4NDkyJGoyNCRsMCRoMA..

  • TFB2A59

    19/05/2026 - Veículo na oficina. Já foi feita desmontagem das peças danificadas e está aguardando peças novas chegarem. 21/05/2026 - Aguardando peças. 26/05/2026 - Veículo segue aguardando peças porém oficina está adiantando desmontagem das peças danificadas e vendo o que já pode ser feito de reparos. 29/05/2026 - Aguardando peças. 02/06/2026 - Veículo ainda aguardando algumas peças porém foi direcionado para a lanternagem. 05/06/2026 - Veículo em reparação - lanternagem. 10/06/2026 - Veículo passou pela cabine de pintura. 12/06/2026 - Reparos em andamento. 17/06/2026 - Veículo está na montagem e acabamentos finais.

  • Fraudes em seguros com IA geram prejuízo de R$ 1,59 bilhão

    A fraude em seguros utilizando inteligência artificial está em ascensão no Reino Unido. Segundo informações do The Guardian, a seguradora Aviva identificou fraudes em sinistros que somam £233 milhões (aproximadamente R$ 1,59 bilhão) em 2025, com aumento de casos envolvendo o uso de ferramentas de IA para criar documentos falsificados, imagens manipuladas e simulações de danos. A companhia registrou mais de 18.400 pedidos de indenização suspeitos no período, o maior volume já identificado pela empresa. O levantamento também considera operações incorporadas após a aquisição da Direct Line Group pela Aviva. Para Pete Ward, diretor de prevenção de fraudes em sinistros da Aviva, a tecnologia tem tornado as tentativas de fraude mais sofisticadas. “A fraude de seguros não é um ato sem vítimas. Ela aumenta os custos dos seguros para todos os clientes. Estamos vendo casos que vão desde reivindicações inflacionadas até o uso de documentos gerados por inteligência artificial”, afirmou. O seguro automóvel concentrou a maior parte das ocorrências, representando mais de 70% dos casos identificados pela companhia entre os produtos de seguros patrimoniais e de danos no Reino Unido. A seguradora observou uma mudança no comportamento dos fraudadores, que passaram a criar menos acidentes falsos e a buscar aumentar artificialmente o valor dos prejuízos, dos reparos e das indenizações solicitadas. Entre os exemplos identificados estão pedidos com valores inflados para reparos, aluguel de veículos substitutos e supostos danos físicos. Como consequência, o valor envolvido em fraudes no seguro auto aumentou 39% em relação ao ano anterior. A Aviva também registrou crescimento no uso de inteligência artificial para criar evidências falsas. Segundo a companhia, criminosos passaram a utilizar ferramentas digitais para reconstruir cenas de acidentes, gerar imagens de veículos danificados ou produzir documentos manipulados para tentar sustentar pedidos de indenização. Para combater esse avanço, a seguradora informou que passou a combinar ferramentas de inteligência artificial com sistemas avançados de análise de dados para identificar padrões suspeitos e inconsistências. A avaliação, porém, continua contando com supervisão humana durante o processo de regulação dos sinistros. Um dos casos detectados envolveu um grupo que provocou intencionalmente um acidente de trânsito para solicitar aproximadamente £470 mil em indenizações relacionadas a ferimentos e custos com veículo substituto. As investigações mostraram que testemunhas apresentadas no processo não estavam no local do ocorrido, levando à condenação de duas pessoas por conspiração para fraude, com uma delas recebendo pena de prisão. Segundo a Aviva, casos graves de fraude envolvendo a companhia e a Direct Line em 2025 resultaram em um total de 37 anos de prisão ou liberdade condicional para os envolvidos. Além do seguro auto, a seguradora identificou aumento de fraudes em outros segmentos. No seguro residencial, houve crescimento de 15% nos casos, com clientes superestimando valores de danos em pedidos de indenização. Situações semelhantes também foram registradas em seguros de viagem. A empresa reforçou que pedidos de indenização considerados fraudulentos são recusados após a conclusão das análises. O avanço das fraudes digitais amplia o desafio das seguradoras, que precisam equilibrar novas tecnologias de detecção com processos capazes de acompanhar a evolução das tentativas de manipulação. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/fraudes-em-seguros-com-ia-geram-prejuizo-de-1-59-bilhao/?_gl=1*68w09*_up*MQ..*_ga*MTk5MTY4MzY1My4xNzc3OTk1NTMz*_ga_J1YKWKZTMM*czE3ODE2MDY4MzEkbzE3JGcwJHQxNzgxNjA2ODMxJGo2MCRsMCRoMA..

  • RCN4C57

    21/05/2026 - Veículo chegou na oficina e dará início a desmontagem das peças danificadas. 27/05/2026 - Veículo segue em desmontagem e será solicitado peças complementares. 28/05/2026 - Veículo aguardando chegada de peças para reparação. 02/06/2025 - Veículo ainda segue aguardando chegada de peças complementares. 05/06/2026 - Veículo sendo preparado para ir para a cabine de pintura. 10/06/2026 - Veículo passou pela cabine de pintura e iniciou montagem. 12/06/2026 - Na montagem e acabamentos finais.

  • SCW9H71

    12/05/2026 - Veículo na oficina aguardando peças. 14/05/2026 - Iniciou a desmontagem das peças danificadas. 19/05/2026 - Segue aguardando chegada de peças. 21/05/2026 - Veículo segue aguardando peças para o reparo. 26/05/2026 - Veículo Iniciou os reparos. 28/05/2026 - Veículo segue em reparação. 02/06/2026 - Veículo entrou para a cabine de pintura. 05/06/2026 - Veículo segue na montagem e acabamentos. 10/06/2026 - Finalizando acabamentos. 12/06/2026 - Aguardando uma peça chegar e na frontal sendo feito reparo particular.

  • TGB9E00

    05/05/2026 - Veículo na oficina, reparos autorizados. Foi dado início a desmontagem das peças danificadas. 07/05/2026 - Aguardando peças com previsão para até 21/05. 19/05/2026 - Veículo segue aguardando peças. 21/05/2026 - Ainda no aguardo de pecas para iniciar os reparos. 26/05/2026 - Veículo iniciou a troca das peças danificadas. 28/05/2026 - Foi feito o pedido de uma peça complementar e está aguardando chegar, em seguida dará continuidade aos reparos. 02/06/2026 - Veículo segue aguardando peça. 10/06/2026 - Aguardando peça. 11/06/2026 - Peça chegou e veiculo voltou aos reparos. 12/06/2026 - Reparos em andamento.

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