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- RTV8I36
20/01/26 Chegada do veículo na oficina.
- Mais transparência, menos conflito: como a nova Lei do Seguro eleva o padrão de CX?
Entrou em vigor no dia 11 de dezembro a Lei nº 15.040/2024 , conhecida como Lei do Contrato de Seguro . Publicado no Diário Oficial da União no fim do ano passado, mas com um ano de adaptação, a nova legislação estabelece diretrizes mais claras para a modalidade de contrato de seguros. Em suma, o novo marco regulatório reorganiza profundamente as relações entre consumidores, seguradoras, corretoras e demais agentes do setor. A legislação passa a produzir efeitos imediatos e completos. E, em síntese, ela reforça a segurança jurídica dos contratos, estabelecendo parâmetros mais claros, previsíveis e uniformes para todo o ciclo do seguro. Desde à oferta à liquidação do sinistro. Diferentemente de outros marcos regulatórios, a nova lei é diretamente aplicável . Portanto, cabe à Superintendência de Seguros Privados (Susep) apenas regulamentações residuais, restritas a aspectos técnicos específicos. Na prática, isso significa que as regras já estão valendo e exigem adaptação imediata do mercado. Lei dos Seguros para o consumidor A norma consolida princípios como boa-fé objetiva, transparência, eticidade contratual e proteção ao segurado . Portanto, a nova lei determina que coberturas, exclusões e riscos sejam apresentados de forma clara, sem ambiguidades. Em caso de divergência entre documentos contratuais, prevalece a interpretação mais favorável ao segurado, ao beneficiário ou ao terceiro prejudicado – um avanço relevante do ponto de vista consumerista. Mais previsibilidade nos contratos e nos sinistros Entre os pontos centrais da nova legislação está a padronização dos prazos e procedimentos . A lei estabelece regras claras para a formação, vigência e extinção dos contratos, coibindo cláusulas que permitam cancelamentos unilaterais fora das hipóteses legais. Também organiza os prazos prescricionais para seguradoras, segurados e beneficiários e reafirma, como regra geral, a competência do foro do domicílio do segurado ou beneficiário . No tratamento dos sinistros, a mudança é estrutural. A seguradora passa a ter até 30 dias para se manifestar após o aviso do sinistro, podendo solicitar documentos complementares de forma justificada e dentro de limites objetivos para a suspensão do prazo. A intenção é reduzir incertezas, assimetrias de informação e disputas judiciais. As disposições alcançam ainda os seguros de pessoas. Nesse ínterim, elas preveem que, nos casos em que o capital segurado não encontre beneficiário identificado após o esgotamento do prazo prescricional, os valores sejam destinados ao Funcap , fundo público voltado ao desenvolvimento do mercado segurador. Impacto direto no modelo da oferta Para as seguradoras, o novo marco impõe maior rigor técnico e transparência na formação dos preços. Segundo Alexandre Campos , vice-presidente de RH, Jurídico, Compliance e ASG da AXA no Brasil , a lei reforça uma lógica que já vinha ganhando espaço no setor. “O novo marco regulatório reforça que a precificação precisa estar diretamente ligada ao risco real do cliente e às características de cada produto. Isso exige modelos mais transparentes, dados mais qualificados, revisões técnicas mais frequentes e estruturas internas que justifiquem preços e coberturas de forma objetiva”, afirma. De acordo com Campos, a AXA iniciou o processo de adequação com antecedência. “Há cerca de um ano estamos trabalhando para atender à nova lei em todos os aspectos, com um grupo de trabalho envolvendo toda a companhia, adaptando processos de subscrição, ampliando o uso de dados e tecnologia, revisando políticas internas e criando rotinas mais robustas, desde a formação do preço até o monitoramento contínuo das carteiras.” Clareza contratual A exigência de contratos mais claros e compreensíveis é um dos pilares da nova legislação – e também uma oportunidade estratégica para as seguradoras. Na avaliação da AXA, a transparência tende a elevar o nível da experiência do cliente. “Estamos encarando essa diretriz como uma oportunidade de elevar ainda mais a experiência do cliente. Há quase três anos já aplicamos o conceito de Legal Design e agora estamos revisando todo o nosso portfólio, simplificando documentos, reorganizando informações e reforçando uma linguagem realmente acessível”, explica Campos. Ele destaca ainda o papel do corretor nesse novo contexto. “Preparamos nosso time comercial para apoiar os corretores com materiais mais didáticos, treinamentos contínuos e conteúdos de suporte. Isso garante que o consumidor entenda exatamente o que está contratando e possa tomar decisões com segurança.” Corretoras ganham protagonismo Para as corretoras, o novo marco regulatório não apenas reforça responsabilidades, mas também solidifica seu papel estratégico na experiência do cliente. De acordo com Thiago Rocha , diretor-geral da corretora Évora Seguros , a legislação legitima práticas já adotadas por empresas mais avançadas no setor. “O novo marco reforça algo que sempre pautou o trabalho da Évora: a transparência como base da relação entre corretor, seguradora e cliente. As novas diretrizes tornam o processo de intermediação ainda mais responsável, exigindo comunicação clara, documentação acessível e total alinhamento entre o que é ofertado e o que é contratado”, afirma. Para Rocha, isso fortalece o papel consultivo das corretoras. “Por exemplo, nós passamos a atuar ainda mais como tradutores do seguro para o consumidor. A ideia é ajudá-lo a compreender o produto e colaborar com as seguradoras para que toda a jornada seja fluida e transparente.” Mas, nem tudo são flores nesse cenário. E esse protagonismo também traz obstáculos. “O desafio está em estruturar processos consistentes, produzir conteúdos acessíveis e manter comunicação plenamente alinhada com as seguradoras. Mas quanto mais informado o cliente estiver, menor a chance de conflito e maior a confiança no mercado”, completa. Eficiência operacional A nova legislação também eleva o nível de exigência sobre eficiência, controle e rastreabilidade – especialmente na regulação de sinistros. Nesse contexto, empresas de BPO e operação ganham relevância estratégica. Para Lucas Linhares , sócio-fundador do Grupo PLL , o marco regulatório acelera uma transformação que já estava em curso. “A lei eleva a barra de qualidade e transparência na jornada do cliente. É exatamente nesse ponto que a PLL se posiciona como uma aceleradora estratégica para seguradoras e corretoras”, afirma ele, explicando que a empresa atua de ponta a ponta na jornada do sinistro, com operação digitalizada, logística integrada e alto nível de controle. “Garantimos rastreabilidade total, agilidade e cumprimento de prazos. Processamos até 24 mil sinistros por mês e concluímos 90% dos reparos em até 48 horas. Isso é fundamental para atender às novas exigências regulatórias e à expectativa do consumidor”, diz Linhares. Segundo ele, as principais dores do mercado estão concentradas em agilidade logística e segurança da informação. “O celular concentra dados sensíveis da vida das pessoas. Por isso, investimos fortemente em segurança da informação, com certificações como a ISO 27001, além de protocolos rigorosos para evitar qualquer risco de vazamento de dados.” Menos conflitos, mais previsibilidade Do ponto de vista do consumidor, a expectativa é de uma relação mais equilibrada, com menos disputas e maior previsibilidade. Alexandre Campos avalia que a nova lei tende a reduzir conflitos e judicialização. “A legislação fomenta o uso de meios alternativos de solução de conflitos, como mediação e conciliação. Além disso, regras claras sobre dever de informação, prazos e procedimentos reduzem assimetrias e interpretações divergentes.” Sobre o impacto nos custos, a avaliação é cautelosa, mas positiva. “No curto prazo, pode haver ajustes internos para adequação aos novos processos. Mas esses custos tendem a ser absorvidos como parte da evolução regulatória e não devem representar aumento relevante para o consumidor. No médio e longo prazo, a expectativa é de um mercado mais competitivo, transparente e eficiente.” Ao organizar em um único diploma legal regras antes dispersas, a Lei do Contrato de Seguro inaugura um novo patamar institucional para o setor. Mais do que uma atualização normativa, o marco redefine expectativas, responsabilidades e padrões de conduta. Para o consumidor, o efeito esperado é uma jornada mais clara, previsível e menos burocrática. Para o mercado, o desafio está na adaptação rápida – e a oportunidade, na construção de relações mais sustentáveis, baseadas em confiança, informação e experiência. FONTE: CQCS LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/mais-transparencia-menos-conflito-como-a-nova-lei-do-seguro-eleva-o-padrao-de-cx/
- SDD6F98
Veículo na oficina.
- Geração Z busca na criação de conteúdo um caminho para a independência financeira
Redes sociais se tornam caminho de autonomia, propósito e uma nova definição de carreira A criação de conteúdo deixou de ser passatempo para se consolidar como um dos caminhos profissionais mais desejados e rentáveis entre os jovens da Geração Z. Impulsionados por novas tecnologias, plataformas acessíveis e pelo desejo de autonomia, muitos brasileiros já transformam o que antes era hobby em uma fonte real de renda e construção de carreira. De acordo com o Creator Earnings Report 2025, do Influencer Marketing Hub, a Creator Economy já movimenta mais de US$ 250 bilhões globalmente, um indicador da força econômica que envolve publicidade, parcerias, conteúdo pago e diversas formas de monetização digital. “Os jovens estão transformando a internet em uma poderosa ferramenta de autonomia e geração de renda. O conteúdo digital deixou de ser apenas entretenimento e passou a representar um caminho real de independência financeira e profissional”, afirma Fernando Werneck, CEO da Vibx, plataforma de tecnologia especializada na monetização de comunidades e conteúdos digitais no Telegram. No Brasil, o cenário é igualmente expressivo. Segundo o relatório Digital 2025: Brazil, do DataReportal, o país soma centenas de milhões de identidades ativas nas redes sociais e um público massivo que amplia o potencial de alcance e profissionalização para novos criadores. Essa tendência reflete uma mudança de mentalidade da geração que já nasceu conectada. Para muitos jovens, as redes sociais se tornaram espaço de expressão, aprendizado e construção de marca pessoal. Paralelamente, o ambiente digital oferece múltiplas fontes de renda: parcerias com marcas, publicidade nativa, assinaturas, venda de produtos e serviços, entre outras possibilidades. Para Werneck, o movimento representa uma verdadeira revolução cultural e econômica. “Estamos diante de uma geração que não quer apenas consumir conteúdo, ela quer criar, influenciar e gerar impacto. O conteúdo virou um ativo de valor, e a internet é o principal canal para transformar. Mais do que ganhos financeiros, a busca por viver de conteúdo reflete um novo entendimento sobre trabalho e propósito. Os jovens valorizam flexibilidade, autonomia e o alinhamento entre atividade profissional e identidade pessoal. Nesse contexto, a Vibx acredita que a profissionalização do mercado é o próximo passo, oferecendo ferramentas, suporte e oportunidades para transformar a presença digital em negócio sustentável. “A internet democratizou o acesso à carreira criativa. Nosso papel é oferecer estrutura e capacitação para que os criadores cresçam com estratégia e consistência. A Vibx existe para transformar talento e autenticidade em resultados concretos”, conclui Werneck LINK DA MATÉRIA: https://www.segs.com.br/seguros/435595-geracao-z-busca-na-criacao-de-conteudo-um-caminho-para-a-independencia-financeira FONTE: SEGS
- Roubos de carga disparam no fim de ano e na Black Friday: saiba como proteger sua empresa
Com mais caminhões nas estradas e maior circulação de cargas, especialista alerta para cenário de risco ampliado na reta final do ano. Com a chegada da Black Friday e o avanço das entregas de fim de ano, a movimentação de cargas no país cresce em ritmo acelerado, e, com ela, o risco de roubos, fraudes e sinistros. O varejo brasileiro, inclusive, deve registrar o maior faturamento da história na data, segundo o estudo Black Friday 2025, produzido pela consultoria Gauge em parceria com a agência W3ha. O aumento das vendas se traduz em mais caminhões nas estradas e maior exposição da cadeia logística. Os números recentes reforçam o alerta. O Relatório de Análise de Roubo de Cargas, realizado pela nstech, mostra que as ocorrências cresceram 24,8% no primeiro semestre de 2025, com foco em mercadorias de alto valor agregado e de fácil revenda. Já o Panorama Transportes, da Infra S.A., aponta crescimento no volume movimentado em rodovias, ferrovias e aeroportos, ampliando ainda mais o cenário de vulnerabilidade. Para João Paulo, CEO da Mundo Seguro e especialista em gestão de risco, essa combinação de fatores transforma o fim do ano em uma operação de risco ampliado. “Quando a pressão por entregar mais, mais rápido e por menos aumenta, a segurança tende a ficar em segundo plano. É justamente nessa brecha que o crime organizado avança. O problema não é só o roubo em si, mas os atrasos, prejuízos operacionais e impactos na reputação da empresa”, afirma. Por que o seguro de carga se torna ainda mais essencial no fim do ano Segundo o executivo, muitas empresas ainda tratam o seguro como mera burocracia para liberar embarques, o que acaba resultando em apólices mal estruturadas ou com exclusões que só aparecem no momento do sinistro. “O erro mais comum é contratar um seguro padrão para um período que está longe de ser padrão. Black Friday e Natal exigem ajustes específicos de cobertura, limites, gerenciamento de risco e regras de circulação. Sem isso, a empresa acredita que está protegida quando, na prática, não está”, explica. Entre os principais pontos críticos, ele destaca: • Limites insuficientes diante do aumento do valor embarcado: produtos de maior valor costumam ser concentrados no período; sem revisão, o limite pode não cobrir toda a carga. • Ausência de cláusulas específicas para rotas de alto risco: alguns corredores logísticos, especialmente no Sudeste e no Nordeste, exigem regras diferenciadas. • Exigências obrigatórias ignoradas: escolta, monitoramento ativo, dupla checagem de lacres e análise de condutores podem ser requisitos de cobertura. Operações mais visadas e como prevenir perdas Na Black Friday e no fim do ano, há um padrão claro no interesse das quadrilhas: elas focam em mercadorias de alto valor agregado, fácil revenda e giro imediato no mercado ilegal. O foco das quadrilhas costumam recair sobre produtos de maior valor por volume transportado. Segundo João Paulo, eletrônicos, eletrodomésticos pequenos, medicamentos e cosméticos seguem entre os alvos mais frequentes. São categorias que concentram muito valor em pouca carga. Isso aumenta o risco e exige que a operação esteja ainda mais alinhada e bem protegida”, explica. Com o aumento do fluxo de mercadorias no fim do ano, o especialista em seguros explica que o primeiro passo para reduzir riscos é revisar rapidamente as apólices, entender limites, exclusões e o que muda quando o volume de entregas dispara. “É nessa hora que muita empresa descobre que a cobertura não conversa com a operação”, afirma. Ele destaca também que o planejamento precisa ser integrado entre embarcador, transportadora e corretora. “Quando cada um trabalha com uma informação diferente, o risco sobe. A cobertura ideal depende de alinhamento.” A tecnologia, segundo ele, virou peça central: sistemas de monitoramento comportamental conseguem identificar paradas irregulares, desvios mínimos de rota e até sinais de jamming (interferências que bloqueiam ou perturbam as comunicações sem fio). Em períodos de pico, ajustes temporários na cobertura também se tornam comuns para acompanhar o ritmo da operação. Para João Paulo, o papel da corretora ganha peso justamente porque ela conecta seguro e operação. “O objetivo é simples: evitar que a empresa perca duas vezes, a carga e o dinheiro. Segurança reduz o sinistro; o seguro reduz o impacto. Um só não funciona sem o outro”, conclui. Sobre a Mundo Seguro: Referência nacional em seguros para transporte de cargas, a Mundo Seguro atua há mais de uma década com soluções sob medida para proteger operações logísticas em todo o Brasil. Fundada por João Paulo ainda na juventude, a corretora se destaca pela abordagem técnica, atendimento consultivo e profundo conhecimento das exigências legais e operacionais do setor. Especializada em apólices do segmento de logística como Transporte Nacional, RCTR-C, RC-DC e RCV, a empresa atende desde pequenos transportadores até grandes operadores logísticos com atuação multinacional. Com presença direta nas regiões mais afetadas por roubos de carga e um portfólio robusto de seguradoras parceiras, a Mundo Seguro é reconhecida pela agilidade, transparência e compromisso com seus clientes. LINK DA MATÉRIA: https://www.segs.com.br/seguros/435231-roubos-de-carga-disparam-no-fim-de-ano-e-na-black-friday-saiba-como-proteger-sua-empresa FONTE: SEGS
- 13º salário: investir, guardar ou gastar? Como tomar a melhor decisão
Economista da EAD UniCesumar analisa diversos cenários e recomenda o destino ideal do benéfico para cada um deles Com a chegada do fim do ano, os trabalhadores brasileiros ficam à espera do 13º salário, um reforço no orçamento familiar, na quitação de dívidas ou na conquista de objetivos. Neste ano, a primeira parcela do benefício deve ser paga até o dia 28 de novembro (sexta-feira), já que o dia 30 cairá num domingo. Já a segunda parcela, deve ser paga até o dia 20 de dezembro. Algumas empresas podem optar pelo pagamento integral do benefício, também no dia 28 de novembro. Decidir o destino do 13º salário nem sempre é uma tarefa fácil: quitar dívidas, investir ou guardar? Para Luiz Paloschi, economista e professor de Ciências Econômicas da EAD UniCesumar, o primeiro passo é fazer um diagnóstico da atual situação financeira particular. “Se você tem contas atrasadas ou vem enfrentando dificuldades para honrar seus compromissos, o mais indicado é usar o 13º salário para quitar dívidas. Já se todas as contas estão em dia, mas o dinheiro nunca sobra, o ideal é começar a formar uma reserva de emergência para imprevistos ou para cobrir despesas típicas do início do ano. Agora, se você já tem uma reserva e ainda sobra dinheiro, vale pensar em objetivos de médio e longo prazo e direcionar parte do valor para investimentos mais rentáveis e compatíveis com esses objetivos”, orienta Paloschi. Destino do 13º salário: checklist Paloschi elenca, no checklist abaixo, possibilidades de destinos do 13º salário. Verifique a existência de dívidas caras (com juros altos) “Se houver dívidas com juros altos (cartão, cheque especial, crédito rotativo), priorize de 70% a 100% do 13º para quitar ou reduzir ao máximo. Negocie descontos à vista, pois muitas instituições oferecem abatimentos significativos”, diz o economista. Forme ou reforce sua reserva de emergência “Se você ainda não tem reserva ou ela está incompleta, destine 50% a 70% do 13º para completar a meta. Aplique em produtos de liquidez diária e baixo risco (Tesouro Selic ou CDB diário)”. Invista de forma simples e segura "Caso as dívidas e a reserva de emergência estiverem sob controle, utilize de 30% a 50% do 13º para começar a investir em produtos simples, como renda fixa atrelada à Selic/CDI, com vencimentos mais longos (um a dois anos)”. Prepare-se para gastos sazonais “Identifique as despesas de início de ano (IPTU, IPVA, matrícula, material escolar) e reserve de 20% a 40% do 13º para esses gastos previsíveis, ou de 80 a 100% do valor das despesas. Isso permite descontos e evita parcelamentos com juros e o aperto de janeiro”, conclui o professor. Investir com o 13º: opções simples e eficazes Pensando em opções simples e seguras para o público que não é especialista em investimentos, Paloschi recomenda Tesouro Selic, CDBs de liquidez diária ou com prazos entre um e dois anos, LCI e LCA. “O Tesouro Selic é um título público considerado o mais seguro do país. Tem liquidez diária (pode ser resgatado rapidamente), baixo risco e rendimento que acompanha a taxa Selic. É ideal para quem quer praticidade e proteção contra oscilações do mercado”, explica. Já os CDBs de liquidez diária, segundo ele, são emitidos por bancos e permitem resgates a qualquer momento. “Certifique-se de que rendam pelo menos 100% do CDI e que sejam oferecidos por instituições confiáveis. Os CDBs com prazos de vencimento, geralmente oferecem rentabilidades maiores, e você também paga menos impostos, pois quanto mais tempo permanece com o título, menor será a alíquota (podendo cair de 22,5% para 15%)”, pontua o professor. Por fim, LCI e LCA são Letras de Crédito Imobiliário ou do Agronegócio, também protegidas pelo FGC, são isentas de Imposto de Renda, o que aumenta a rentabilidade líquida. “Geralmente, esses títulos possuem vencimentos entre seis meses e dois anos”, conclui. O uso ideal do 13º para os diferentes momentos da vida Para Paloschi, o destino do 13º pode mudar conforme o ciclo da vida: um jovem no primeiro emprego terá um cenário diferente de uma família com filhos, por exemplo. Isso se repete para um trabalhador estabilizado e um aposentado. “O foco de um jovem no primeiro emprego deve ser o de criar hábitos financeiros saudáveis desde cedo, priorize sair do endividamento, se houver. Em alguns casos, há menos responsabilidades, o que torna essa uma boa oportunidade para formar uma reserva de emergência e começar a investir, mesmo com valores pequenos. O primeiro 13º pode representar o primeiro passo para grandes objetivos futuros. Nessa fase, também deve-se pensar em investir em capacitação ou objetivos pessoais, como cursos ou projetos independentes. Reservar uma parcela para o lazer responsável, sem comprometer o equilíbrio financeiro, também é indicado”, recomenda o economista. Já para uma família com filhos, o professor lembra que o orçamento costuma ser mais pressionado. Despesas sazonais, como matrícula e material escolar, impostos e férias, exigem planejamento. Nesse caso, parte do 13º pode ser destinada para quitar ou evitar dívidas e parte pode ser reservada para esses gastos previsíveis do início do ano. Se houver estabilidade, os investimentos podem ganhar espaço nos planos, já considerando os objetivos da família”, completa. No caso de um trabalhador estabilizado, Paloschi sugere aproveitar o 13º para reforçar objetivos de médio e longo prazo, como investimentos, aposentadoria complementar ou realizações específicas, como a troca de carro e a compra de casa própria. Já para o aposentado, segundo o economista, a dinâmica é outra: além de a renda ser mais estável, também é importante considerar a proteção financeira e a saúde. O 13º pode ser destinado para reforçar a reserva de liquidez, cobrir gastos médicos futuros e evitar endividamento, que costuma ser mais arriscado nessa fase da vida. “Se houver estabilidade e sobra, também cabe direcionar parte para investimentos de baixo risco e fácil resgate. O 13º também pode ser usado para realizar projetos pessoais ou reservar para eventuais apoios a familiares, sempre priorizando o bem-estar e a tranquilidade”, finaliza. LINK DA MATÉRIA: https://www.segs.com.br/seguros/435108-13-salario-investir-guardar-ou-gastar-como-tomar-a-melhor-decisao FONTE: SEGS
- Setor de seguros é chave para reduzir perdas climáticas e fortalecer a bioeconomia, indica relatório
Até 91% das perdas econômicas registradas em determinados eventos climáticos dos últimos anos não estavam cobertas por seguros, deixando famílias, empresas e governos praticamente sozinhos diante de enchentes, secas severas e tempestades que se intensificam com as mudanças climáticas. O dado faz parte de um estudo inédito apresentado na Casa do Seguro durante a COP30, em Belém. Segundo o relatório “Insurance and Brazil’s Bioeconomy Revolution”, o avanço da exposição a riscos climáticos exige que o setor de seguros seja compreendido não apenas como um instrumento de proteção financeira, mas como agente de indução a práticas sustentáveis e a modelos de desenvolvimento mais resilientes em um contexto de transformação econômica e ambiental. O documento foi desenvolvido pelo Instituto Clima e Sociedade (iCS), em colaboração com a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), a Marsh (Latin America) e o Climate Resilience Center, do Atlantic Council. Entre os casos analisados, o estudo destaca as chuvas extremas que atingiram o Rio Grande do Sul ao longo de 12 dias consecutivos, que resultaram em prejuízos massivos. Apenas R$ 6 bilhões estavam cobertos por apólices, deixando uma lacuna de 83%. No período de 2022 a 2024, os desastres climáticos somaram R$ 184 bilhões em perdas para o país, evidenciando a urgência de ampliar o acesso e a oferta de proteção financeira diante de eventos ambientais mais frequentes e severos. A retração da cobertura agrícola é outro ponto de atenção. A área segurada no Brasil caiu de 14 milhões para 7 milhões de hectares entre 2023 e 2024, e o seguro rural cobre atualmente menos de 8% das terras cultivadas. O aumento do prêmio médio por hectare — de R$ 100 em 2019 para R$ 500 em 2022 —, somado à maior incidência de eventos extremos e a cortes sucessivos no orçamento do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), contribuiu diretamente para essa queda. O movimento torna produtores rurais e cadeias do agronegócio mais vulneráveis, reduz a produtividade, amplia riscos sistêmicos e dificulta a adoção de práticas sustentáveis. LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/setor-de-seguros-e-chave-para-reduzir-perdas-climaticas-e-fortalecer-a-bioeconomia-indica-relatorio/ FONTE CQCS
- Cresce a importância dos seguros para proteger o agronegócio diante de desafios
O agronegócio brasileiro, um dos pilares da economia, impulsiona o desenvolvimento regional e gera milhões de empregos. Porém, o setor lida com desafios complexos, que incluem mudanças climáticas, flutuações de mercado, aumento de custos de produção, além de riscos logísticos e ambientais. Nesse contexto, os seguros rurais surgem como ferramenta essencial para garantir a sustentabilidade e continuidade das atividades no campo. Cobertura vai além das lavouras A proteção oferecida pelos seguros rurais não se limita às plantações. Ela se estende a fazendas, maquinários, armazéns, transportes, lojas agropecuárias e animais, permitindo que produtores e empresas do setor recuperem-se rapidamente de perdas e mantenham suas operações. O crescimento da contratação de seguros específicos reflete a consciência crescente sobre a prevenção de riscos e a preservação do patrimônio no agronegócio brasileiro. Seguro como instrumento estratégico para o setor Segundo Gustavo Bentes, presidente do Sincor-MG (Sindicato dos Corretores de Seguros de Minas Gerais), o seguro é um instrumento estratégico para o desenvolvimento do agronegócio: “O produtor rural lida diariamente com fatores fora do seu controle — clima, mercado e questões sanitárias. O seguro garante tranquilidade para continuar produzindo mesmo diante das adversidades. Ele protege o investimento e fortalece o setor como um todo, seja na fazenda, na loja agropecuária ou na empresa que atua na cadeia do agro”, destaca Bentes. LINK DA NOTÍCIA: https://cqcs.com.br/noticia/cresce-a-importancia-dos-seguros-para-proteger-o-agronegocio-diante-de-desafios/ FONTE: CQCS
- Como funciona o seguro para academias e o que ele cobre em casos de acidente
Uma tragédia recente envolvendo um personal trainer, atingido por uma barra de 100 kg, chamou atenção e indica a importância dos seguros de acidentes pessoais e empresariais para o setor fitness.
- Projeto cria seguro obrigatório para agentes de segurança pública
deputado Roberto Duarte (Republic/AC) apresentou projeto de lei que cria o Seguro de Vida e Acidentes Pessoais para os profissionais de segurança pública e defesa social, a ser custeado com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP). De acordo com a proposta, o novo seguro deverá ter caráter obrigatório para todos os integrantes dos órgãos de segurança pública. A cobertura do seguro compreenderá os sinistros de morte ou invalidez permanente, total ou parcial, ocorridos em serviço ou em razão dele. Já o valor da indenização, em caso de morte ou invalidez permanente total, será correspondente a 18 vezes o valor da remuneração mensal bruta do profissional na data da ocorrência do sinistro. A indenização por invalidez permanente parcial corresponderá a um percentual do valor estipulado pela proposta, conforme o grau de incapacidade, a ser definido em regulamento. Caso a proposta seja aprovada, o Poder Executivo deverá regulamentar a Lei no prazo de 90 dias a contar da data de sua publicação. Segundo o autor do projeto, diariamente, homens e mulheres em todo o Brasil vestem suas fardas e uniformes, deixando seus lares sem a certeza do retorno, para enfrentar a criminalidade e garantir a nossa paz. “A dura realidade desta profissão foi recentemente estampada em todo o país com a trágica no Rio de Janeiro, que ceifou a vida de bravos policiais no estrito cumprimento do dever. Cada um desses heróis deixou para trás uma família – filhos, cônjuges, pais – que agora enfrentam, além da dor imensurável da perda, a incerteza e o desamparo financeiro”, pondera o deputado. Ele lembra que a existência e os valores de seguros de vida para policiais, bombeiros e demais agentes variam drasticamente, dependendo da unidade federativa. Essa disparidade cria uma injustiça com aqueles que exercem a mesma função de risco em diferentes partes do território nacional. “Um policial morto em uma operação no Rio de Janeiro não pode deixar sua família mais desprotegida do que um colega que tomba em outro estado. O risco é o mesmo, a dor é a mesma, e a proteção do Estado também deve ser”, argumenta o parlamentar. Assinala ainda que o projeto busca corrigir essa grave lacuna, criando uma política de Estado unificada, justa e robusta. “A proposta é simples e direta: garantir a todos os profissionais de segurança pública do país um seguro de vida digno, com indenização equivalente a 18 meses de sua remuneração, um valor que pode oferecer a estabilidade necessária para que uma família se reestruture após uma perda trágica”, frisa. LINK DA MATÉRIA: https://cqcs.com.br/noticia/projeto-cria-seguro-obrigatorio-para-agentes-de-seguranca-publica/ FONTE: CQCS












